Os neo-socialistas querem erradicar a desigualdade social nivelando por baixo. Para eles, a desigualdade social resolve-se reduzindo os salários dos gestores e os lucros dos empresários. Nivelando por baixo, todos podem ser iguais. Mas no mercado do trabalho é a diferença que deve ser recompensada. Trabalho qualificado é valor acrescentado. O argumento da desigualdade é uma outra forma de inveja social. A desigualdade social não deve ser considerada como um problema mas pode ser atenuada com uma maior qualificação dos que hoje têm menores salários.
De portela menos 1 a 27 de Fevereiro de 2008 às 22:48
a táctica do cansaço fez desistir Sofia Ventura...
mas vou-me repetir:
o país está a ser governado pela Banca e pelos corruptos, desde há 33 anos e enervam-se se se diz que estamos em último lugar na UE.
De portela menos 1 a 27 de Fevereiro de 2008 às 21:45
segundo o que leio por aqui, a começar pelo post de PPM, o problema do país é de devido à inveja de quem ganha pouco...
logo, Carmo pede soluções a quem não está de acordo...
ié: o país está a ser governado pela Banca e pelos corruptos, desde há 33 anos e enervam-se se se diz que estamos em último lugar na UE. E a culpa é de quem ganha o salário mínimo ...
...hipócritas.
Deixe lá a converseta troglodita e passe mas é à solução que tem aí na manga e não nos quer dizer.
Desembuche, homem de Deus.!
Sim portela,eu tb acho que o Ferrari com aqueles 4 pneus assentes no chão, não está bem.
Preconizo um asas e barbatanas.
E você?
O que preconiza, depois de esgotar o vademecum dos lamentos?
É que até ao momento, os D.Quixotes de serviço ainda não passaram da fase do bota abaixo.
Ok, botemos abaixo.
Que se constrói a seguir?
É dessa revelação que estou à espera há não sei quantos comentários e até agora vossências nicles.
Apenas repetem as ladainhas extraídas ( e mal) do livro dos salmos.
Queixas e mais queixas, lamentos e mais lamentos.
As ideias guardam-nas a ste chaves. E fazem-no por maldade porque os meus caros amigos têm todo o aspecto de terem nas mãos a chave do problema.
Apenas não a querem partilhar.
Estou a ver que aí no Olimpo a malta não é muito diferente daqui..
De portela menos 1 a 27 de Fevereiro de 2008 às 20:36
"privatizar ganhos , socializar despesas" , eis o lema do modelo ...terreste!
ps:
com tanta basófia e jactância, uma ajuda ao sistema financeiro norte-americano e europeu vinha mesmo a calhar. Até se evitaria essa vitória do mercado com nacionalização de um banco na UK.!!!
Caro Quixote, eu é mais Sancho Pança.
O mercado não é solução para tudo, porque há externalidades que não resolve e exigem a intervenção do Estado, mas para este tipo de coisas de que estamos a falar, é a pior solução jamais encontrada pelo sapiens, à excepção de todas as outras.
Isto, falando aqui neste mundo real. Agora se os meus amigos estão a falar comigo lá da Ilha da Utopia, da Valllalla ou do Olimpo, aí eu calo-me, porque, ao que se sabe, nesses sítios, a malta está mais avançada e sabe coisas que nós, os comuns mortais, ignoramos.
Mas, deste lado do espelho, temos de viver com as soluções que nós próprios engendramos e esta do mercado parece-nos a melhor, porque, até onde a vista alcança e a memória se aguenta, foi a que obteve melhores resultados de há 30 ou 40 ooo anos a esta parte.
Compreenderão por isso a minha teimosia.
Fundada na ignorância, eu sei, porque nunca me foi dado observar o modelo divino em que estão a pensar.
Aguardo no entanto, venerador e obrigado, que vossências se dignem iluminar esta pobre cabeça com a luz das soluções em uso aí no Olimpo.
Até lá, vão-me desculpar, mas tenho de me valer do paupérrimo conhecimento que estes meus companheiros sapiens vêm produzindo.
Cumprimentos aí ao camarada Marx e digam-lhe que ainda não aconteceu aquela bem aventurança que ele profetizou.
Consolem-no todavia, explicando-lhe que a se multiplicaram os zombies que repetem as suas rezas.
Não desfazendo...
De portela menos 1 a 27 de Fevereiro de 2008 às 19:48
a vaca sagrada mercado está totalmente exposta nos comentários de José Carmo...
nenhum "jose carmo" se preocupa com a existência de Estado quando quer mais subsídios, mais casinos, menos sobreiros...
já no que diz respeito a essa coisa insignificante, que é indexar os salários à inflação - o mínimo que a vaca sagrada deveria aceitar - todos os carmos e neo-conservadores estão de acordo com esse grande neo-socialista que comanda as Finanças!
«Para esse tipo de patacoadas do “contra”, basta-me o meu sobrinho que se recusa a comer a sopa.»
Presumo que não tenha ainda considerado a hipótese da sua sopa ser intragável. Sabe que o estádio da negação é imediatamente anterior ao do "não", que pressupõe alguma sensibilidade para a realidade circundante. Deixe lá, isso com o tempo é capaz de ainda ir lá. Dizem os especialistas que os putos também começam por não ter consciência do "outro" e que, depois, vão adquirindo essa competância. É como digo, dê-lhe tempo.
Até lá, aproveite bem o tempo que passa no mundo securitário das certezas axiomáticas.
Até à próxima.
«Que é que a Sofia acha do poder negocial do Cristiano Ronaldo?
Ou do ex-Director dos Impostos?
Bom, não?»
Acha que o Cristiano Ronaldo pode ser substituído pelo que está atrás na fila e tem a casa para pagar? Não estamos a falar da mesma coisa, pois não?
«Todavia, cara Sofia até agora só barafustou. Qual é afinal a sua solução?»
Já lhe disse que não tenho solução nenhuma (nem é esse, forçosamente, o meu papel). Já alguém que não identifica o problema: ou é autista, ou é parte interessada, ou está ainda no patamar abaixo do meu. Agora, dou de barato - está mais que visto - que a solução não está no mercado.
Digo-lhe mais, se tivesse a solução, o meu potencial seria infindavelmente maior, assim como o do Cristiano Ronaldo. Mas não sou e, portanto, estou no raio da fila e tenho a de trás a fazer-se ao piso.
"Já lhe disse que não tenho solução nenhuma "
Então fique bem.
Para esse tipo de patacoadas do "contra", basta-me o meu sobrinho que se recusa a comer a sopa.
Peço desculpa..por momentos pensei que estava a conversar com alguém que já tinha superado a fase do não.
Continue por aí que vai bem...
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