Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008
Os Atlânticos

 

 

Afonso Azevedo Neves, 35 anos, casado com 3 filhos, jurista e com uma pós-graduação em assessoria jurídica de empresas, prática forense e contabilidade, actividade que exerceu em exclusividade até ter tido a triste ideia de ingressar na política. Começou a blogar no desconhecido A Razão das Coisas, que matou e passou então para o clandestino A Grande Alface, passando por blogues de apoio a Cavaco Silva, O Pulo do Lobo e a Passos Coelho, O Futuro é Agora. Como pinta nas horas vagas fez um blogue onde apenas expõe e não escreve, que foi um sucesso extraordinário. Joga golfe desde os 6 anos e ainda não está convencido da sua falta de jeito. Tira fotografias a tudo o que não mexe, o resto fica esborratado. Agora está também no Atlântico

 

Alexandre Homem Cristo é licenciado em Ciência Política minor Relações Internacionais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Colaborou, entre 2003 e 2005, com o Cine Estúdio 222.

 

Ana Margarida Craveiro é licenciada em Relações Internacionais pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Antes, ainda andou pelas literaturas. Tempos houve em que comia o marxismo ao pequeno-almoço, acompanhado por Roth e Donne. Agora, emigrada em Lisboa, espera dedicar-se finalmente às coisas boas da vida: ler e escrever. Se não a deixarem, sempre pode ir lavar pratos em Nova Iorque, outro sonho de infância. Tem 25 anos.

 

André Abrantes Amaral é advogado, profissão que exerce da forma mais liberal possível. Terminou a parte lectiva do mestrado em Relações Internacionais, no Instituto de Estudos Políticos, da Universidade Católica e prepara, nas sobras dos poucos tempos livres, a respectiva tese. Come livros de História ao pequeno-almoço e perde a noção do ridículo com banda desenhada.


André Azevedo Alves licenciou-se em Economia, mestrou-se em Ciência Política e é actualmente doutorando em Ciência Política. É autor de Ordem, Liberdade e Estado: Uma reflexão crítica sobre a filosofia política em Hayek e Buchanan. (Ed. Predicare, 2006), e co-autor, com José Manuel Moreira, de O que é a Escolha Pública? Para uma análise económica da política. (Principia, 2004). Exerce as funções de grande timoneiro no blogue O Insurgente e, embora prefira o liberalismo conservador, tolera o conservadorismo liberal.


Bernardo Pires de Lima licenciou-se em Ciências Políticas pela Universidade Lusíada, tendo frequentado o último ano na Universidade degli Studi di Roma Tre, em Itália. É Mestre em Relações Internacionais também pela Universidade Lusíada e foi investigador assistente no Instituto Português de Relações Internacionais, com o qual continua a colaborar. Foi colunista da revista Atlântico desde o seu início, tendo sido seu editor durante o último ano. Colaborou, ainda, pontualmente com os jornais Independente, Público e com o programa da RTP, Olhar o Mundo, além de publicar assiduamente nas revistas Relações Internacionais e Nação e Defesa. Actualmente é assessor de estudos no Instituto da Defesa Nacional, nas áreas da segurança europeia e relações transatlânticas, e comentador de política internacional na Rádio Renascença. Representou recentemente Portugal numa iniciativa de alcance mundial intitulada Leaders Program in Advanced Security Studies e promovida pelo George C. Marshall European Center for Security Studies, na Alemanha. Publicou recentemente Blair, a Moral e o Poder (Guerra & Paz). Tem 28 anos.

 

Bruno Gonçalves é estudante universitário de Medicina, em Lisboa. Foi colaborador da revista Dia D. É um leitor compulsivo de temáticas relacionadas com política internacional e ainda não teve tempo para fazer mais nada na vida. É autor do blogue O Inominável.

 

Bruno Martins é investigador em Relações internacionais, tem 27 anos e nos próximos meses estará na Ben-Gurion University, em Israel, e no Center for Strategic Studies, da Universidade da Jordânia. Antes disso foi investigador no Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais.


Carlos do Carmo Clare Carapinha
nasceu a 8 de Fevereiro de 1969, em Évora. Em criança, estudou piano, jogou basquetebol, praticou judo. Por fim, decidiu-se pelo ténis. Na escola, mostrou queda para a matemática e para a economia. Mas a disciplina favorita era o Inglês, facto que o levou a frequentar o Proficiency. Aos dezoito anos, um acidente de viação colocou-o em muito mau estado, mas as notícias sobre a sua morte foram manifestamente exageradas. Mais tarde, licenciou-se em Gestão de Empresas, casou, foi pai, divorciou-se, criou um blogue, fundou uma empresa e encontrou um grande amor. Leu Nelson Rodrigues e H. L. Mencken, adoptou como seus Miguel Esteves Cardoso e Vasco Pulido Valente. Pelo meio, como diletante, dedicou-se de alma e coração à filosofia política e à História. Politicamente, acha-se um conservador mas, no campo dos costumes, considera-se um liberal. Tem outras paixões não menos fortes: a música e o cinema. Tem, hoje, 38 anos.
 

Carlos Miguel Fernandes nasceu em Luanda, em 1973, mas cedo foi expatriado para Lisboa e por lá ficou até há cerca de um ano, quando concretizou um sonho antigo: viver em Espanha. É (mesmo) licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo IST e tem também um mestrado com esse nome, mas, após a licenciatura, nunca mais tocou num transístor (excepto durante os quatro anos em que leccionou no Politécnico de Setúbal), passando a mover-se no “estranho” mundo da computação bio-inspirada, e dos algoritmos genéticos (um bom tema para cortar conversas de ocasião). Prepara agora um doutoramento na mesma área, publica e gosta do que faz. Mas gosta mais ainda de Fotografia, paixão alimentada pelo autodidactismo (pelo meio, dois anos de formação na Ar.Co, Lisboa) e manifestada em algumas exposições individuais e colectivas, e em duas monografias; tem um blogue sobre o tema onde tenta escrever em estrangeiro. Nos tempos livres refugia-se na cozinha. No blogue No Mundo, activo há quase cinco anos, escreve, pouco, sobre aquilo que lhe faz vibrar o sangue: a Viagem.

 

Fernando C. Gabriel assina os textos com o acrónimo FCG e já tem idade para medir o tempo em décadas. Na década passada licenciou-se em Economia (Universidade Nova de Lisboa), onde deu aulas até 1993 e após 1996. Entre 1993 e 1996 viveu na Bélgica, onde completou o mestrado em Economia (Universidade Católica de Louvain) e em Londres, onde foi investigador na London School of Economics. Na década actual foi consultor, completou o mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade Católica Portuguesa) e o mestrado em História e Civilização Europeia (grau conjunto das universidades de LeidenSorbonne e Oxford). Foi colaborador do PúblicoRevista Atlântico e Nova Cidadania. Actualmente é colunista do Diário Económico e prepara o doutoramento.

 

Francisco Proença de Carvalho nasceu em 1980. Licenciado em Direito pela Universidade Católica e com uma pós-graduação em Direito e Gestão de Empresas pela Universidade Nova. É advogado de profissão e baterista nas horas vagas. Viveu nos Estados Unidos da América. Facto que influenciou, decisivamente, a sua maneira de ver a política, a economia, o mundo. Define-se como “politicamente pragmático”.

 

Henrique Burnay tem 35 anos, nasceu em Lisboa e vive sobretudo em Bruxelas, com passagens pelo Alentejo, Guincho e Lisboa. Deformado em Direito mas quase não praticante, tenta concluir um mestrado em ciência política há anos. Em 1991 começou a fazer jornalismo na revista de O Independente, onde foi redactor e editor-adjunto. Depois disso publicou artigos em várias revistas e foi redactor e director-adjunto da Grande Reportagem. Já trabalhou no grupo parlamentar do CDS, foi assessor de imprensa da ministra da Justiça e é assessor político no Parlamento Europeu. Foi correspondente de guerra da Atlântico, onde assinou todos os meses a Couve-de-Bruxelas. A original.

 

Henrique Raposo é colunista do Expresso. Investigador no IPRI e no IDN. Foi editor da Atlântico, onde colaborou desde o primeiro número. Colaborou com o Independente, Público, Diário de Notícias e Nova Cidadania. Licenciado em História Contemporânea, pós-graduado em História das Relações Internacionais e Mestre em Ciência Política. Tem 29 anos.

 

Arcebispo de Cantuária é o pseudónimo e nome de blogue de João Moreira de Sá. Engenheiro, embora possa e insista em provar que é apenas Bacharel em Línguas e Turismo, tem uma Graduação acentuada na vista e alergia aos ácaros. É assim há quase 40 anos pelo que já não se esperam melhoras.

 

João Moreira Pinto, nascido em 1980, no coração do Porto, fez-se médico em 2004, altura em que se estreia com o Casa em construção..., blogue que criou com a desculpa de ir em missão humanitária para Timor, mas que rapidamente resvalou para a política, outra das suas paixões. Em 2006, iniciou o Internato em Cirurgia Pediátrica e um novo blogue, A Liberdade dos Outros, onde não escrevia há mais de um ano. Casado, tem um cão que lhe destrói o lar lentamente e o faz levantar do sofá a horas certas. Tenta ter hobbies: tenta jogar ténis, tenta fazer surf, tenta tocar saxofone, tenta fotografar de forma artística, tenta escrever de forma perceptível.


Lucy Pepper é uma ilustradora britânica que mora em Portugal desde 1999. Trabalhou nos suplementos Inimigo Público e Kulto, do diário Público, e foi ilustradora principal da Revista Atlântico. É autora de “O Livro das Receitas Nojentas” (Guerra e Paz/Produções Fictícias, 2007) Encontra-se no website.

 

Maria João Marques nasceu em 1974, a mais nova de quatro irmãos (o que explica muita coisa, em concreto a propensão para repudiar a autoridade dos seus seniores). É católica, da ala jesuíta. Casada, com um filho. Licenciada em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, mantém preguiçosamente a frequência de um curso de Teologia Bíblica na mesma Católica. Empresária e empreendedora. Escreve também no blogue Farmácia Central.

 
Miguel Morgado
é doutor em Ciência Política pela Universidade Católica. É docente no Instituto de Estudos Políticos da UC e na Universidade de Toronto.

 

Miguel Noronha tem 36 anos e licenciou-se em Economia numa universidade de prestígio. Aproveita para informar que não pertence à respectiva ordem profissional à qual não reconhece qualquer legitimidade nem utilidade. É ainda pai de uma filha linda que o impede de dedicar mais tempo à leitura e a outras actividades. Espera que, em compensação, ela o sustente quando o sistema público de pensões ficar insolvente. Exerce as funções de comandante-supremo no blogue O Insurgente.

 

Nuno Gouveia licenciou-se em Sociologia e em Comunicação Social pela Universidade do Minho. Actualmente está a terminar uma tese de mestrado na Universidade Fernando Pessoa, sobre a influência das novas tecnologias nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. Nos últimos tempos dedicou imenso tempo à cobertura da mesma campanha eleitoral no Eleições Americanas de 2008. Tem 30 anos e vive no Porto.

 

Paulo Pinto Mascarenhas nasceu em 1965 e é jornalista. Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada, com uma pós-graduação em Segurança e Defesa pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica.

Paulo Tunhas. Nasceu em 1960. Estudos de filosofia em Porto (licenciatura), Cambridge (bolseiro do British Council) e Paris (doutoramento). Professor Auxiliar da Universidade Fernando Pessoa e bolseiro de pós-doutoramento da FCT. Investigador-visitante no IUPERJ, Rio de Janeiro. Última publicação: “O Essencial sobre Fernando Gil” (Imprensa Nacional/Casa da Moeda).

 

Pedro Boucherie Mendes tem 37 anos e é director coordenador de conteúdos dos canais temáticos da SIC. É jornalista e tem dois filhos.

 

Pedro Marques Lopes, 41 anos. Empresário. Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa e MBA pela Universidade Nova. Não se importa nada de dizer o que pensa.

 

Rodrigo Adão da Fonseca é um produto da UCP, onde se licenciou em Direito e concluiu o MBA. À semelhança do André Abrantes Amaral, anda a tentar no Instituto de Estudos Políticos (da UCP, claro), dar sequência ao curso de Ciência Política, mas ainda não lhe deu para apresentar a tese: a desculpa é que a vida profissional no BPI e no BFA, que o leva a repartir-se entre o Porto, Lisboa, e Luanda, não patrocina a serenidade necessária; as más linguas, porém, já descobriram a verdadeira razão: uma grave blogodependência (depois do Blasfémias, alimenta o Blue Lounge, O Insurgente, o blogue da Causa Liberal e agora, o blogue da Atlântico).

 

Rui Carmo é jornalista, com carteira profissional como manda a lei e quotas sindicais em dívida. Sportinguista, bom-garfo, civilizado, a caminho dos 40 (embora não pareça mesmo nada) e liberal pagão. Sem ortodoxia, nem escola. Admirador mais do que confesso da Scarlett J. e da Monica Belluci. António Gaudi não lhes fica atrás no toque divino que deixou nas suas obras. As mulheres são o centro gravitacional da sua vida.


Rui Ramos, 44 anos, historiador, doutor pela Universidade de Oxford, Investigador Principal do quadro do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, autor de “D. Carlos” (2006) e da série da RTP-1 “Portugal de…” (2006-2007), colunista do Público desde 2006, fundador da revista Atlântico.
 

Tiago Moreira de Sá tem 37 anos. Doutorado em História Moderna e Contemporânea, especialidade de História das Relações Internacionais no Período Contemporâneo, pelo ISCTE. É investigador do Instituto Português de Relações Internacionais - Universidade Nova de Lisboa (IPRI - UNL). Autor do livro Os Americanos na Revolução Portuguesa (1974-1976).
 

Vasco Campilho tem 30 anos. Viveu nove anos e meio em Paris, onde se diplomou em Sciences Po e HEC - respectivamente em Ciências Políticas e Gestão de Empresas. Fez por lá um Mestrado em Sociologia Política e Políticas Públicas onde estudou os principais partidos portugueses, mas isso não o impediu de se filiar num deles. Terá regressado do estrangeiro são de espírito? A sua escolha de profissão - o serviço público - permite duvidar disso. Mas ele diz que a assume com orgulho. Politicamente, define-se como um liberal democrata, com regulares crises de alergia ao totalitarismo. É blog-addict passivo desde 2003, mas só recentemente desenvolveu a variante activa dessa perturbação, ao colaborar n' O Futuro é Agora.

 

Vitor Cunha. 39 anos, casado, dois filhos, consultor de comunicação. E tudo o resto é melhor não quererem saber.



publicado por Atlântico
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