Segunda-feira, 31 de Março de 2008
O salvador, parte XXXVI

António Borges presenteia-nos, uma vez mais, com o seu raro instinto político: utiliza uma história com 3 anos para anunciar, pela enésima vez, a sua vontade de fazer política partidária.  

Porque é que não denunciou na altura, dos supostos factos, a situação? Não lhe convinha a ele ou não era importante para o país?



publicado por Pedro Marques Lopes
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Comentários:
De mariadosol a 31 de Março de 2008 às 13:53
Que se há-de fazer... há gente que gosta que lhe peçam muiiiiiito! Não acreditam que o cemitério está cheio de imprescindíveis!
(uma dúvida.... nestes casos o país interessa para alguma coisa?)


De Jorge A. a 31 de Março de 2008 às 14:15
Talvez isto ajude a perceber o timing:

http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&SqlPage=Content_Economia&CpContentId=314348

"António Borges vai abandonar as funções de vice-presidente da Goldman Sach em Londres, a partir de Abril, regressando à sua actividade como professor catedrático na Universidade Católica."


De Anónimo a 31 de Março de 2008 às 14:27
Bem, mas uma coisa são os méritos ou deméritos de António Borges, um particular. Outra, bem diferente, saber se o ministro teve aquele comportamento. São dois assuntos diferentes.


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