Segunda-feira, 31 de Março de 2008
Sobre a entrevista de António Borges ao jornal Público
Acompanho a Sofia Galvão no que escreve no Geração de 60. Não concordando com tudo o que diz - algumas das ideias que defendeu, por exemplo, na sua intervenção nas Noites à Direita, na Sociedade de Geografia, levantam-me algumas reservas - ainda assim, António Borges agrada-me no conteúdo das suas intervenções, no conhecimento que tem das matérias mais relevantes para o futuro do país e na forma como se posiciona no debate público. Há quem considere que AB, "na hora da verdade, não se chega à frente". Eu acho o contrário: mais claramente disponível é difícil. O cerne da questão talvez seja outro: é que a sua disponibilidade não tem sido aproveitada pelos sucessivos lideres e aspirantes à liderança do PSD, que discretamente o ignoram, por razões que só os próprios saberão explicar.

publicado por Rodrigo Adão da Fonseca
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Comentários:
De FG a 31 de Março de 2008 às 16:33
O problema de António Borges não é o chegar-se ou não à frente, mas sim de no PSD não lhe reconhecerem a competência que ele apregoa para si mesmo.


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