Terça-feira, 29 de Abril de 2008
A reprise do costume

Manuela Ferreira Leite não queria mas, claro está, com enorme sacrifício pessoal e depois de muito reflectir tomou a decisão mais difícil da sua vida política: salvar o PSD e o país.

Já vimos demasiadas vezes esta ópera bufa. Daqui a uns dias vamos ouvir que a Sra não se considera uma política profissional, que o que a move é um enorme desejo de salvar o partido e que não se canditaria se não pensasse que não havia outra solução. Se não for ela, é a desgraça, a catástrofe, a anarquia. Os patrões espanhóis vão, bem entendido, compreender esta árdua decisão e dar-lhe todo o apoio neste autêntico hercúleo trabalho. Vai ser uma coisa de fazer chorar as pedras da calçada.

Eu prefiro alguém que queira ser Presidente do PSD porque tem vontade de o ser, porque pensa que pode ajudar, porque tem projectos e ideias que acha serem boas para o país. É preciso entusiasmo e ambição e não a velha patranha do sacrifício e do desprendimento.    



publicado por Pedro Marques Lopes
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