Segunda-feira, 14 de Julho de 2008
Laurinda Alves

Lido bem com os insultos. Sobretudo, quando confundem o meu traseiro com o Canal de Suez. Aliás, só não posso com insultos de Cascais e gente que esquece o próprio nome na hora de me chamar de cretino. Meus caros, eu sou cretino. Não é insulto, é feitio. Na semana passada, insultei Laurinda Alves e a amiga colegial. Mas assinei por baixo, ou seja, posso ir parar à cadeia. E na hora do insulto, isso dá-me uma certa dignidade.

 

PS: Caríssimo Jansenista, onde está «roçar pela patologia» julgo que se deveria ler «roçar a patologia». Obrigado.



publicado por Tiago Galvão
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Comentários:
De isa a 15 de Julho de 2008 às 02:00
se todas as patologias fossem assim eramos todos muito mais felizes!

Fico contente de o ler por aqui. Este é um dos meus blogs preferidos mas é muito direitinho. É bom haver gente que agite as águas desta maneira. Força Tiago, estou consigo!


De Margarida Pereira a 15 de Julho de 2008 às 10:17
"You can't hold a man down without staying down with him."

- Booker T. Washington -


De Tiago Galvão a 15 de Julho de 2008 às 13:30
This is really about you going down on me, isn´t it?


De Margarida Pereira a 15 de Julho de 2008 às 13:55
TG, o CCC gostar de si é uma coisa boa; o Jansenista não gostar, é uma coisa má; o eu ter sentido compreensão para os excessos no 'post' que originou isto tudo, foi uma coisa boa (mantenho, malgré tout), o V.Exa. interpretar livremente a intervenção supra, uma coisa muito má.
Talvez admitirmos que às vezes nos excedemos - seja para o bem, seja para o mal - não seja assim muito mau.
Talvez que um certo exercício de auto crítica, um pouco de humildade e algum sentido de nobreza, fosse útil.
Isto são ponderações, longe de pretenderem determinar seja o que for, seja a quem for.
Cada um responde por si.
Certo é que se aprende.
Mas nem sempre com os melhores exemplos.
E - veja lá! - a frase em inglês nem era para si...


De Tiago Galvão a 15 de Julho de 2008 às 14:13
Adoro ver uma mulher de mão na anca.


De QWERTY a 15 de Julho de 2008 às 10:50
Que dizer? A nossa direita continua muito criativa.


De Tiago Galvão a 15 de Julho de 2008 às 13:19
Obrigado.


De PA a 15 de Julho de 2008 às 15:15
Tens de escrever aqui mais vezes, pá!
Q todos gostamos muito de política e de desancar no Sócrates como se n houvesse amanhã, td bem.. mas eu gostava de ver democratizar mais um pouco o destino das vossas/nossas (sim pq somos mts a gostar de vos ver desancar na malta) pedradas..


De MLA a 15 de Julho de 2008 às 16:32
Tiago, julgo que se pode dizer das duas maneiras. Julgo que o verbo «roçar» é compatível tanto com um complemento directo como com um complemento circunstancial.


De Tiago Galvão a 15 de Julho de 2008 às 16:40
Não sei dizer. Sou praticamente analfabeto, mas a mim pareceu-me uma catacrese.


De Bernardo Guimarães a 17 de Julho de 2008 às 23:40
Este nada tem de esplenético nem de byroniano; pelo contrário o seu todo respira o mais chato e ignóbil prosaísmo. Mostra ser mais velho que os seus comparsas uma boa dezena de anos. Tem cabeça grande, cara larga, e feições grosseiras. A testa é desmesuradamente ampla, e estofada de enormes protuberâncias, o que, na opinião de Lavater, é indicio de espírito lerdo e acanhado a roçar pela estupidez. (Escrava Isaura)


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