Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Eleições nos EUA

 

Para já fica a apresentação de mais uma produção de Paulo Querido.

 



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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O Magalhães (reprise)


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Obras públicas com cuidado

Oliveira Martins apela a cuidados no investimento público

 

 



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Finalmente chegou...

 

...o SLBoogle, o maior motor de busca do Mundo.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Descubra as Diferenças (2)

Para antecipar algumas das diferenças de opinião entre os nossos dois convidados no Descubra da Rádio Europa sobre as causas e as consequências da crise financeira internacional, aconselho a leitura da coluna de Pedro Lains no Jornal de Negócios de hoje, assim como um dos últimos sobre o assunto de Fernando C. Gabriel no Diário Económico.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Descubra as Diferenças

 

Fernando C. Gabriel e Pedro Lains são os excelentes convidados desta semana no Descubra as Diferenças da Rádio Europa (90.4 FM). É hoje às 6 da tarde, como  habitualmente. Pode também ouvir alguns dos programas anteriores na página dos podcasts. Para além disso, posso informar todos os possíveis interessados que a directora da rádio, Antonieta Lopes da Costa, já está a preparar a grelha de programas do próximo ano. Para ouvir no seu computador clique aqui.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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JCVD...


publicado por Afonso Azevedo Neves
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Quem se mete com a Mota-Engil... paga

Alcântara dispara

Há seis meses, quando foi anunciado, o projecto Nova Alcântara ia custar 400 milhões. Já vai nos 445

 

Sol (versão impressa)



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Meses em decomposição
 
Não sei se tembro ou tubro no vembro.
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Afinal não há terminal de contentores nenhum
É um terminal de monoblocos não climatizados.

publicado por joao moreira de sá
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Só não vê quem não quer ver

No essencial, a eficiência da máquina de propaganda de Sócrates não vem do exército de assessores que trabalham directamente para ele, de "gabinetes de comunicação", de empresas de comunicação que o Estado contratou (e contrata) ou de jornalistas "colaborantes". Não vem sequer do oportunismo, ou do temor, de certa imprensa e de certa televisão, ou da RTP e da RDP ou de "pressões" de vária ordem, que alegadamente os maiorais do regime aplicam com grande regularidade e método. Tudo isso ajuda e é com certeza indispensável. Mas já houve quem quisesse fazer o mesmo, sem resultado que se visse. Porquê? Porque a eficácia de uma máquina de propaganda depende antes de mais nada da disciplina política. O que Sócrates conseguiu foi impor uma disciplina, e uma disciplina severa, ao Governo, à burocracia e ao partido.

 

Vasco Pulido Valente, no Público



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Não é normal

Vi o nosso primeiro-ministro a apresentar o "Magalhães" na cimeira ibero-americana, com aquelas coisas do Tintin, dos 7 aos 77 anos, da resistência aos líquidos e à violência chavista, das crianças e dos ministros. Não sei como dizer, mas aquilo não é normal. Há alguma coisa que não está bem.



publicado por Paulo Tunhas
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Isto deve ser da leitura excessiva de Corín Tellado

A gente sabe que há muitos ateus prosélitos que não suportam que a Igreja Católica sobreviva e ainda goze de boa reputação; que o catolicismo não seja olhado com desconfiança por qualquer pessoa de bem; que o 11 de Setembro foi uma óptima oportunidade para atacar o fanatismo religioso e se apenas o islamismo (e só o radical) tem sido invocado pelos terroristas, porque não associar neste ulraje ao fanatismo o cristianismo? (Nunca vi qualquer ataque ao budismo, ao animismo, ao xintoísmo ou ao hinduísmo - essa religião tão simpática, com o seu apreço pelo género feminino e as suas castas, por exemplo.)

 

Na Somália, e sob a sharia, uma mulher foi lapidada. 

 

Ora no meio (na realidade, logo no título) de um texto sobre o supremo horror deste acto, Fernanda Câncio, no DN, chama ao barulho a Bíblia e a religião que lhe é associada, constituída " por quem as pratica, por quem diz e crê que nos livros que mandam matar está a palavra de deus, a palavra que não pode ser contrariada, discutida, reflectida, abjurada" (bem, quanto ao discutida e reflectida, desconfio que a senhora nunca ouviu falar de exegese bíblica, mas adiante). Os mais distraídos - aqueles que ainda não estão num grau de esclarecimento já alcançado por FC, Sam Harris e Christopher Hitchens - poderão pensar que se refere o cristianismo para lembrar aquela tirada de Jesus Cristo - com quem termina a Revelação de Deus; que assumiu a história de Deus com Israel, há quem lhe chame uma pedagogia, e que com o judaísmo teve as rupturas violentas que quem ler o Novo Testamento percebe - num caso similar? O "quem nunca tiver pecado que atire a primeira pedra"? Isto perante a mulher adúltera (mas na falta do homem adúltero, que a lei mosaica também condenava) e a turba em fúria?

 

Não, claro que não se vai buscar este episódio. É muito preferível referir o Deuteronómio e as suas penas crueis para os "crimes" mais leves. Isto torna a Bíblia igual ao Corão. Sim, a Bíblia é considerada como um produto humano, com palavras humanas, com a inteligência e conhecimentos humanos, com as condicionantes geográficas, culturais, económicas humanas, e inspirada por Deus, enquanto o Corão é considerado como tendo sido ditado por Alá, mas o que interessa isso? Também: o Deuteronómio foi escrito no sec. VIII a.C. há vinte e nove séculos. Biden-style: deixem-me repetir, há vinte e nove séculos. Dupondt-style: eu diria mesmo mais, há dois mil e novecentos anos. Um tempo em que os valores eram assim ligeiramente diferentes dos actuais (e dos de há já dois mil anos); aliás tão diferentes e bárbaros que o que dita o Deuteronómio era visto como uma tentativa de moderação dos hábitos pré-existentes. Um tempo (como todos, de resto) em que Deus era compreendido com as condicionantes religiosas, culturais, geográficas, históricas, literárias (e outras que nos lembremos) comuns aos povos do Crescente Fértil. No sec.VIII a.C. era na forma hoje arrepiante de partes do Deteronómio que se via um Deus bom. Ler o que foi escrito há vinte e nove séculos com as lentes de 2009 é pura e simples burrice.

 

Para quem não conhece a regra básica para se entender o que está escrito num livro - que um texto não pode ser entendido fora do seu contexto - a minha sugestão seria a de, no que toca a livros, se restringir a Corín Tellado.



publicado por Maria João Marques
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MFL
 
Questionada sobre o seu silêncio, Manuela Ferreira Leite terá pedido, "calem-se com esse assunto".
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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MFL

  

Banda sonora sugerida para a campanha de MFL
 
Maria Guinot, "Silêncio e Tanta Gente"
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Foram dez minutos a falar do "verdadeiro computador ibero-americano".

José Sócrates chegou a empunhar o Magalhães, mostrando-o bem às duas dezenas de chefes de Estado e de Governo que o ouviam discursar sobre o "verdadeiro computador ibero-americano". Mas para estes não era preciso. Quando se sentaram para a segunda sessão desta cimeira ibero-americana já tinham um dos portáteis da JP Sá Couto na mesa.

 

in DN



publicado por Afonso Azevedo Neves
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No Oitentário hoje

 

 
As oirigens da pop electrónica "New Age" (porque havia vida pré-Duran Duran)

 



publicado por joao moreira de sá
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Especial: E agora no futebol
 
Moita 1 - Flores 0
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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8 da manhã
 
RTP, SIC, TVI.
O Moita Flores não está em nenhum canal. Nem no programa infantil da RTP2.
 
Será da crise?
 
(bolas! esqueci-me de ver a CNN)
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Em Portugal não se Critica Mal

  

Já lá vão 24 horas desde que saiu a Sábado, os assinantes até a recebem à Quarta (desde que não vivam em Azeitão, que pertence a Setúbal e onde o correio é entregue pelos CTT de Sesimbra no dia seguinte) e ainda não vi nem um post a propalar a genialidade da entrevista de Miguel Esteves Cardoso (bem boa, por sinal).
 
Será da crise?
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Olha, que giro!

O Bloco, disse Francisco Louçã, "reconstrói a ideologia a partir da política e não contrário".

Segundo o seu coordenador, o partido "afirma uma política que constrói uma ideologia forte" e isto tem exemplos práticos: "O Bloco pode ter uma política de tu cá tu lá sobre os abusos do poder económico em Portugal. Podemos fazer uma campanha sobre o Jardim Gonçalves que lhe vai apertar os calos como nunca nenhuma pessoa poderosa jamais sofreu em Portugal. Isto é indispensável para se perceber como é que se explora, como é que se rouba em Portugal."

Ou seja, "isto é política directa, política prática que conduz a reformas" na "redistribuição da riqueza", argumenta o líder do BE.

 

in DN

 

Louçã reconstrói a ideologia à medida das conveniências, o que explica muito sobre este grémio do oportunismo que é o BE. O pensamento político surge para justificar os meios que se utilizaram, é meramente acessório.

 



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Vale a pena ler

O Director do Avante dá um pincho para dentro da poça. Não. Não se ficou por meter o pé.



publicado por Afonso Azevedo Neves
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For the record

 

É normal que durante uma reunião camarária os opositores a uma ideia ou projecto qualquer sejam obrigados a pedir escolta policial? É que começa a tornar-se perigoso discordar destas pessoas.

Jorge Coelho é que sabia como as coisas se iam passar assim que a maioria absoluta caísse nas mãos do PS. O caso “Charrua”, Pinamonti e Dalila Rodrigues foram sinais bem claros desta maneira de fazer política.

Parece-me que já foram dados todos os sinais e mais alguns que a maioria absoluta lhes faz mal, o poder lhes faz mal e está a fazer mal a todos nós.



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Tolerância

 

Muito boa noite. Já passou uma semana desde que o Paulo me convidou para escrever neste blogue (aproveito para agradecer publicamente esse gesto de confiança). Até já me apresentou, e eu não dei sinais de vida. Esta ingratidão tem uma razão. Uma razão que aos poucos, e felizmente, se vai atenuando, e da qual uma parte (uma ínfima parte da carga de trabalho que, em redor do mesmo tema, me sufoca desde há alguns dias) está registada aqui (sem a última e necessária revisão do “inglês”, aviso). Se quiserem saber mais, vão acompanhando as actualizações da casa.

Entretanto, aproveito para referir esta notícia, que parece não ter sido muito discutida aí em Portugal. De certa forma compreende-se, pois relata um conflito interno ao Estado espanhol. Mas vale a pena acompanhar esta polémica, pois ela revela o estranho sentido de tolerância e de respeito pela opinião alheia que certa gente professa. Repare-se que a Rainha não questionou os direitos da união. Questionou apenas o nome dado a essa mesma união. As reacções foram, no mínimo, histéricas: Por supuesto, que vamos a ejercer acciones. Tendremos que reunirnos y si esta mujer no se retracta o abdica gritaremos ¡viva la República!. Houve também caricatas evocações de um passado de sofrimento: Es increíble que la Reina de España haga estas declaraciones cuando muchísimos homosexuales, lesbianas, transexuales y bisexuales, han dado con sus huesos en la cárcel. Me gustaría que se retrotrayera a la dictadura de Franco para ver lo que hacían a los gays. As reacções mais moderadas referiram el principio de neutralidad al que debe someterse [a Rainha]. Tanto alarido por causa de um nome...



publicado por Carlos M. Fernandes
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Revista de blogues: Educação

Estou tão feliz com os resultados da Educação: 97 por cento das escolas com as notas positivas! Quase um terço das escolas passou de besta a bestial. As más linguas, muitas das quais insultaram o Magalhães, insinuam que isso seja à custa de uma facilitação abrupta dos testes de matemática. Profetas da desgraça, velhos do Restelo, saibam que não têm lugar nas estatísticas do governo do grande líder. Percebam a verdadeira estrutura da realidade:  a estatísticas melhoram. A comunicação social divulga. A maioria absoluta fica mais perto.


Nuno Ramos de Almeida, no 5 Dias

 

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Lá voltaram eles com a Finlândia... Sempre a Finlândia... Terminar com os "chumbos", claro. Coisa retrógrada, o "chumbo". Na Finlândia não há "chumbos". Pois não. Na Finlândia não há muita coisa. Por exemplo, não me consta que na Finlândia haja crianças a ter aulas em contentores liliputianos. Sim, contentores. Na Finlândia, os pais não irrompem furibundos pelas escolas adentro e não desatam ao murro e ao pontapé a tudo o que mexe. Especialmente quando o que mexe são professoras. Sim, docentes do sexo feminino - são mais fáceis de espancar.

 

Carlos Botelho, n' O Cachimbo de Magritte

 

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O facilitismo nas provas faz com que não só os alunos menos bons possam vir a ter positiva nos exames, como os alunos intrinsecamente bons têm agora oportunidade de ter positivas excepcionalmente altas. Assim, no caso de facilitismo, o uso exclusivo da média actua em duas frentes: (1) consegue que haja mais positivas e (2) que as positivas subam para valores mais extremos e transformem assim parte das negativas em positivas.


Carlos Lourenço, A Pente-Fino

 



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Ler

Se Barack Obama ganhar na próxima semana na América, não será apenas por causa de Barack Obama. Ou de Bush. Ou porque o mundo pede mudança. A ascensão de Obama, a acontecer, precisará de ser explicada por outro motivo. Nunca um político terá sido tão pressuroso e eficiente a usar a linguagem do homem deste tempo: o homem populista.

 

Pedro Lomba, no DN de ontem



publicado por Atlântico
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A minha sexy net

 

Sei que há quem não goste desta minha secção no Plano B. É a vida, como diria o outro. Esta semana, o destaque vai para... o blogue Rititi. É verdade que Rita Barata Silvério escreve mais desde Junho sobre fraldas e outros mistérios sondáveis da maternidade, mas não deixa de ser uma Mãe muito sexy - com todo o respeito, como sempre. A fotografia é da fantástica Cameron Diaz e foi roubada dos arquivos do Rititi.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Orçamento Rectificativo 2009

Nas trapalhadas, o Governo Sócrates continua a bater todos os recordes: agora pretendia apresentar o orçamento rectificativo mais rápido da história da democracia portuguesa.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
Obama presidente do mundo?

The Economist desta semana declara seu apoio ao candidato do partido Democrata Barack Obama:

The Economist does not have a vote, but if it did, it would cast it for Mr Obama. We do so wholeheartedly: the Democratic candidate has clearly shown that he offers the better chance of restoring America’s self-confidence. But we acknowledge it is a gamble. Given Mr Obama’s inexperience, the lack of clarity about some of his beliefs and the prospect of a stridently Democratic Congress, voting for him is a risk. Yet it is one America should take, given the steep road ahead.

Ao mesmo tempo em que justifica sua tomada de posição com a crença de que Obama mostrou de forma mais clara ser a melhor alternativa para restaurar a autoconfiança dos Estados Unidos, afirma que votar nele é não só uma aposta, mas um risco.

Contra McCain, a desconfiança com o fato de o candidato à presidência contrariar os atos como senador na questão dos impostos, religião, subsídios para biocombustíves e crise financeira.

A escolha da The Economist não surpreende quem a acompanha semanalmente. A surpresa é a fragilidade dos argumentos contra McCain e a favor de Obama (havia críticas mais profundas a se fazer contra ambos os candidatos). Na semana passada, The Economist publicou uma matéria mostrando o crescimento dos Obamacon, conservadores, neoconservadores e gente ligada ao Partido Republicano, como Colin Powell, que declararam apoio ao candidato democrata.

Um desses casos mais emblemáticos é o de Francis Fukuyama, que de ideólogo do movimento neoconservador e acusado de anabolizar intelectualmente o staff do governo George W. Bush, deu uma guinada radical. Depois de lançar o livro America at the crossroads, praticamente uma declaração de independência (ou carta de alforria), declarou apoio a Obama nas páginas da edição de novembro daThe American Conservative sob o argumento de que “é difícil imaginar uma presidência mais desastrosa.

Num artigo para o Washington Post, jornal que sempre apóia o Partido Democrata e já havia declarado suporte a Obama, Robert Kagan satiriza o apoio de Fukuyama e do jornalista e editor da Newsweek Fareed Zakaria. Kagan cita a diferença entre o discurso adequadamente otimista sobre o futuro da América mantido por Obama durante a campanha, razão pela qual ele vai bem nas sondagens, e as análises de seus dois apoiadores. “Se ele fosse como Zakaria e Fukuyama diz que ele é, já seria carta fora do baralho”.

Num texto curto para The American Conservative, Llewellyn H. Rockwell Jr. esboça a tragédia representada pelos dois candidatos e defende a liberdade de não votar. Num fecho ao melhor estilo publicista, afirma: “This year especially there is no lesser of two evils. There is socialism or fascism. The true American spirit should guide every voter to have no part of either”.

Na eleição virtual realizada no site da The Economist Obama já está eleito presidente do mundo. Vence em quase todos os países, com exceção de Argélia (McCain 53% x Obama 47%), República Democrática do Congo (McCain 54% x Obama 46%), Myanmar (McCain 53% x Obama 47%), Sudão (McCain 55% x Obama 45%) e Iraque (McCain 59% x Obama 41%).

Há casos interessantes como os de Camboja e Camarões, onde Obama vence com 100% dos votos. E Cuba, onde cada candidato obteve 50% dos votos.

No Brasil, Obama vence com 83% dos votos contra 17% de McCain. Em Portugal, Obama obteve 85% dos votos contra 15%. Somos ou não somos países irmãos?

No final das contas, tenho por Obama uma percepção muito parecida com a que tinha com Lula, presidente do Brasil: o risco de eleger um Messias é ele assumir o governo com a certeza de que o apoio interno e internacional legitima qualquer tipo de ato e decisão. Entregar um cheque em branco para chefe de governo é abrir caminho para as tentações totalitárias que o acometem, em maior ou menor grau, após a conquista do poder.

 



publicado por brunogarschagen
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MODALISBOA|ESTORIL REFLASHION – Report Final
Filipe Faísca. Mais aqui.

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Ouve
O Moita Flores diz que onde há uma mulher que ganhe mais que um homem há sempre problema.

Eu não me queixo.
Mas o universo onde eu vivo não deve ser o mesmo das certezas absolutas de Moita Flores.

publicado por joao moreira de sá
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Olha!
O Moita Flores está na televisão.

publicado por joao moreira de sá
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Piada fácil
Apesar de Maradona ter pouca experiência como treinador, as outras selecções vão ficar à coca.

publicado por joao moreira de sá
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«LISBOA É DAS PESSOAS. MAIS CONTENTORES NÃO!»

 

A petição «Lisboa é das pessoas. Mais contentores não!» já ultrapassou as oito mil assinaturas. Já agora, leia o que escreve sobre o assunto o engenheiro José Manuel Gonçalves Cerejeira, um dos maiores especialistas portugueseses nesta área. E também o blogue esta semana em destaque, Cidadania LX



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Unbehagen e Durão
Sigmund Freud talvez conseguisse explicar a relação de alguns comentadores portugueses com Durão Barroso. É um mal-estar - Freud chamava-lhe Unbehagen - que encontra as suas raízes na saída do antigo primeiro-ministro para Bruxelas. Parte da opinião publicada parece sentir-se como o homem que foi traído pelo melhor amigo, culpando o presidente da Comissão Europeia do que se passou a seguir em Portugal.

 

 

Paulo Pinto Mascarenhas, no Jornal de Negócios

 

+ Plano B



publicado por Atlântico
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Nós estamos no Sapo

 

Com direito a destaque, no dia do milhão de visitantes.

 

Obrigado, Sapo.

 

 

[Ilustração de Lucy Pepper]



publicado por Atlântico
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Salão Erótico de Lisboa II
 
Se a célebre revista Gina fosse reeditada seria a Nova Gina?
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Salão Erótico de Lisboa I

  

A indústria de filmes pornográficos diverte-se a fazer "versões" de filmes "sérios" fazendo habitualmente um trocadilho, como o célebre "Branca de Neve e os Sete Matulões".
 
No caso de Mamma Mia não é necessário...
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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A escolha é clara.

Estamos em recessão. Os estabilizadores automáticos vão intervir, o défice vai aumentar e a dívida pública também. Precisamos de políticas de estimulo económico que vão para além dos estabilizadores automáticos? Precisamos. Elas custam dinheiro? Custam. Onde se vai buscá-lo? Concerteza à dívida pública. Até aqui eu consigo seguir o raciocínio pro-dívida.

 

Mas não consigo - se calhar é defeito meu - olhar para o endividamento do Estado como um saco sem fundo. Esse caminho - que é o caminho que o Governo  trilha ao assumir 35 mil milhões de compromissos financeiros - parece-me inútil e perigoso. Inútil, porque o grosso da despesa associada às grandes obras não vai intervir imediatamente, e portanto não contribui para resolver a crise no imediato. Perigoso, porque ao aumentar brutalmente o nível dos compromissos financeiros do Estado, vulnerabiliza-nos muito para além do razoável.

 

O que me parece útil e prudente é focar o inevitavel acréscimo de despesa em medidas que tenham um efeito imediato e relevante na economia privada, mas não criem compromissos rígidos de despesa. Um exemplo seria uma redução significativa dos prazos de pagamento a fornecedores do Estado e das autarquias: essa medida agravaria o défice no imediato, mas não a situação patrimonial do Estado. Sobretudo, essa medida contribuiria muito mais para a sustentabilidade do emprego em Portugal do que o lançamento de grandes obras.

 

A grande diferença entre PS e PSD na forma como encaram a crise está precisamente aqui: o PS encara a crise como uma oportunidade de expandir o Estado, a sua intervenção e o seu controle de forma estrutural e irreversível. O PSD encara o Estado como um agente que pode amortecer o impacto social da crise no curto prazo, mas que não deve expandir-se a expensas da sociedade civil. São estas opções que se vão defrontar eleitoralmente em 2009. A escolha é clara.



publicado por Vasco Campilho
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Medidas de promoção do desemprego aplicadas pelo Estado vampiro

Em tempos de crise, exigir o pagamento de IVA’s que não foram recebidos pelas empresas é uma óptima medida de apoio à destruição das PME’s. O pseudo combate à precariedade do trabalho através da penalização das empresas que têm funcionários a recibos verdes, a penalização das empresas que têm trabalhadores a termo, a popular medida de aumento significativo do salário mínimo nacional em tempos de estagnação e instabilidade económica, a insistência na rigidez das leis laborais, o sufoco fiscal dos agentes económicos, são também excelentes medidas de promoção do desemprego. Ora, entre um trabalho que pode não ser eterno e o desemprego, talvez as pessoas prefiram a primeira opção.

O Estado não quer ver a realidade. Pensar que atacando os empresários se beneficia os trabalhadores é um erro clamoroso. Decretar aumentos salariais sem exigência de maior produtividade ou promoção do mérito, é acreditar que o dinheiro nasce nas árvores e não é criado pela actividade económica desenvolvida pelo capital dos empresários e pelo trabalho dos trabalhadores. No fundo, o Estado puxa a manta (ao impor mais encargos às empresas), mas esquece-se que ela, em grande parte das vezes, é curta e que, quando os pés estiverem destapados, os primeiros a sofrer são os trabalhadores.
O verdadeiro combate à precariedade só se pode fazer pela via do incentivo (fiscais e outros) não pela punição.
Com estas políticas, o Estado apenas vai continuar a sugar o pouco sangue que corre nas veias das pequenas e médias empresas portuguesas.


publicado por Francisco Proença de Carvalho
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O PS que se cuide

Gostei da entrevista de Manuela Ferreira Leite, ontem, à SIC Notícias. Gostei de a ouvir explicar por que motivo não concorda com a subida do salário mínimo nacional na actual conjectura de crise. Porque não acredita no investimento público como modo principal desenvolvimento económico, considerando mais importante a criação de condições para mais e melhor investimento privado.

A forma como demonstrou dominar as matérias que tratou a entrevista, também foi importante. A preparação, o rigor e franqueza com que falou e desmontou o estratagema contabilístico que é o actual orçamento. Apreciei, e mais numa nota de como se deve estar numa entrevista, a forma como MFL conseguiu fazer o director do Diário Económico responder às suas próprias perguntas.

Julgo que MFL vai falar muito mais sobre assuntos que domina e sempre depois das tomadas de decisões do governo. Não antes, o que permitiria que o PS lhe furtasse ideias, à semelhança do que foi fazendo durante a legislatura. Sócrates e os socialistas que se cuidem.   

A ‘ajuda’ acabou.
 



publicado por André Abrantes Amaral
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Grandes pensadores da actualidade
"Esta crise deve-se à falta de dinheiro".

Um senhor no Fórum da Antena1.

publicado por joao moreira de sá
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Parabéns aos atlânticos

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publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Diário de um director de jornal em Portugal (1)

 

"Será que ele hoje me telefona?"



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Porque é que já começa a parecer Natal?
 
Por causa do presente.
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Porque é se sabemos que vem aí o Natal?
 
Porque as pessoas decoram.
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama

  

(daqui)

 



publicado por joao moreira de sá
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"Quem se mete com a Mota-Engil leva"? *

 

 

Estivadores ameaçam Sousa Tavares por causa do alargamento do terminal de contentores

 

-

 

* Comentário anónimo numa caixa



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Curb your enthusiasm

 

 

O João Pinto e Castro insistiu ontem na sua posição pró-dívida, pedindo que:

  • não lhe lembrássemos “que temos níveis de endividamento elevadíssimos”;
  • não lhe repetíssemos “que as garantias prestadas pelo governo aos bancos comportam um risco elevado”;
  • não pretendêssemos “que o investimento público retira fundos ao investimento privado”.

Caro João, gostaria de não ter que lhe lembrar “que temos níveis de endividamento elevadíssimos”, mas a verdade é que a dívida externa portuguesa passou de 64% a 100% do PIB em quatro anos. Gostaria de não lhe repetir “que as garantias prestadas pelo governo aos bancos comportam um risco elevado”, mas desde que elas foram anunciadas o spread da dívida pública portuguesa duplicou. Gostaria de acreditar “que o investimento público não retira fundos ao investimento privado”, mas quando o governo propõe o orçamento com a mais alta carga fiscal de sempre em proporção do PIB, é difícil manter a fé.

 

Por isso, um conselho amigo, caro João: curb your enthusiasm.



publicado por Vasco Campilho
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Queima das fitas

 

"Eu fui"
 
   ...mas não me lembro.
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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