Domingo, 30 de Novembro de 2008
Por que não se calam?

Dizem que a Justiça deve ser cega. Perante a entrevista de hoje de Cândida Almeida ao DN, parece-me que também deveria ser muda. 



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Comentário metrossexual do dia

 

 

Cândida Almeida e Maria José Morgado partilham cabeleireiro e maquilhador.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Novela 'Voos da CIA'

Se há novelas disparatadas, esta dos voos da CIA para Guantanámo merece figurar no top ten. Parece-me óbvio que os governos europeus deveriam saber dos voos. Na altura, tratava-se de combater um terrorismo que nos ameaçava a todos. Houve erros? Houve certamente. Mas continuar a remoer num assunto de segurança interna e global é um total disparate que só pode lembrar a mentes ociosas e com pouco mais para fazer - ou que possuem estratégias subterrâneas de ataque a instituições que vão assegurando a paz relativa em que vivemos na Europa e no Mundo. 



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Mumbai

Ando curioso: os terroristas de Mumbai são paquistaneses, ou britânicos de origem paquistanesa?



publicado por Henrique Raposo
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João Botelho vai filmar o "Livro do Desassossego"

A minha pergunta é simples: como? Como é que se filma aquilo que não pode ser filme? É esta a mania insuportável do cinema português: não respeitar a gramática do cinema; não perceber que o cinema tem uma linguagem diferente da literatura; pensar que o cinema é literatura filmada.

 

 



publicado por Henrique Raposo
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Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935)



Poema do Menino Jesus
(...) Quando eu morrer, filhinho, Seja eu a criança, o mais pequeno. Pega-me tu ao colo E leva-me para dentro da tua casa. Despe o meu ser cansado e humano E deita-me na tua cama. E conta-me histórias, caso eu acorde, Para eu tornar a adormecer. E dá-me sonhos teus para eu brincar Até que nasça qualquer dia Que tu sabes qual é. Alberto Caeiro - O dia da morte de Fernando Pessoa



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Ler

Esta semana, na autarquia lisboeta, tivemos novo exemplo de que a motivação do BE na luta pelo poder é a luta, não o poder, sobretudo este poder partilhado e plural a que o repugnante "sistema" obriga. Idealmente, o BE gostaria de abolir o "sistema", o sr. Sá Fernandes aspira pragmaticamente a subir dentro dele, por isso a aliança entre a radicalidade e o vulgar oportunismo se revelou equívoca e inútil, mais ou menos à semelhança de cada voto no BE.

 

Alberto Gonçalves, no DN



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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o fim de uma Era?

Escrevi no início do affair BPN, que este teria consequências complicadas para a liderança do PSD. Ouve alguma risota face à rocambolesca teoria da conspiração onde a nacionalização do banco BPN era, para além de um acto puramente político, uma machadada final neste PSD.

Este fim-de-semana os jornais levantaram a ponta do véu do que por aí virá no próximo ano.

Vasco Pulido Valente vê um perigo real para o PSD, Marcelo acrescenta “este” PSD e Rui Ramos concorda: "O fim desta narrativa é a renovação radical do PSD, mas não vale a pena substituir Ferreira Leite por outro antigo governante de Cavaco, o que está aqui latente é que tem que ser alguém de fora, como Marcelo ou Passos Coelho. O caso BPN não é um caminho, é um atalho para um problema que existe de necessidade uma nova liderança e nova identidade".

 

Neste estado de coisas, volto a frisar, qualquer acto – por mais bem intencionado que seja – é um acto político, com consequências políticas e sujeito a interpretações várias. É natural que Cavaco veja de forma negativa o fim de esta Era e que a tente prolongar, se não através de Manuela Ferreira Leite através de Alexandre Relvas.

 



publicado por Afonso Azevedo Neves
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25 de Novembro revisited

O Henrique Raposo assinou este fim-de-semana uma das melhores crónicas que lhe li no Expresso. Nela, ele diz tudo o que eu gostaria de ter dito sobre o 25 de Novembro quando fui ao Rádio Clube mas que, por falta de jeito, não consegui. No programa, centrei a minha intervenção na crítica ao contra-senso de certa direita que pretende fazer do 25 de Novembro o seu 25 de Abril, numa capitulação ingénua ao facciosismo que tem pretendido fazer do 25 de Abril terreno privado de certa esquerda. Como se os valores da liberdade e da democracia que o 25 de Abril representa - a não confundir com o 26, o 27, o 28 e por aí afora - não fossem partilhados pela esmagadora maioria dos portugueses de todos os quadrantes políticos.

 

Mas na sua crónica o Henrique Raposo soube ir ao cerne da questão numa só frase: "a inferioridade moral imposta à direita portuguesa não advém do 25 de Abril, mas do 25/11." E mostrou como essa inferioridade moral vem menos da força do pacto que na altura foi firmado do que do opróbrio da cedência - amaciada por prebendas - ao "pluralismo socialista" que ele impunha. Essa cedência - valha a verdade - não foi imediata, nem universal. Ainda perdura a memória de um homem que não se conformou com ela. E é essa memória que deve continuar a inspirar quem, mais do que uma alternância, quer contribuir para uma real alternativa à democracia mirrada com que nos temos contentado. Falo, evidentemente, de Francisco Sá Carneiro.



publicado por Vasco Campilho
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O muro de Berlim ainda não caiu em Portugal

poster

O Partido Comunista Português é um retrato do país político em que vivemos. A sua resistência e o seu crescimento, enquanto se mantém fiel ao ideário marxista-leninista, prova que, para muitos portugueses, o debate ideológico ficou congelado no século passado. O cerimonial a que assistimos no XVIII Congresso, com as bancadas separadas entre dirigentes e militantes, o politburo e as massas trabalhadoras, o púlpito vermelho, o líder neo-realista que veio do proletariado, as "Teses" oficiais onde se considera Cuba, Laos ou o Cambodja como exemplos de países a caminho do socialismo, reforçam a sensação de viagem no tempo. Tal como a mãe da Alemanha de leste do "Adeus Lenine", cerca de 10 por cento da população portuguesa parece ter entrado em coma antes da queda do Muro de Berlim em 1989 e continua a acreditar nos "amanhãs que cantam" de um dos regimes mais totalitários da história da humanidade. O mais grave, porém, é que os outros 90% parecem colaborar nesta gigantesca farsa e pouco ou nada fazem para confrontar o PCP - e o país - com a realidade.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Em palavras, actos e omissões

Carvalhas diz que crise obrigou Sócrates a tornar-se "socialista em palavras"



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Sábado, 29 de Novembro de 2008
Pausa

Guarda a manhã

Tudo o mais se pode tresmalhar


Porque tu és o meio da manhã

O ponto mais alto da luz

Em explosão


(Daniel Faria)



publicado por Ana Margarida Craveiro
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As "democracias" do PCP

Segundo a Lusa (via Blasfémias), a comitiva do PC Cubano foi a mais aplaudida no congresso que decorre em Lisboa. Entre as forças "democráticas" presentes, encontram-se a Correia do Norte, China, Vietname e Laos. Como é que este partido pode ter credibilidade para falar em democracia e liberdade? Não será hipocrisia, tendo como convidados os representantes de algumas das ditaduras mais brutais do mundo?

 

 



publicado por Nuno Gouveia
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Política e Terrorismo

 

O PSOE não utiliza o terrorismo como arma política. Foi mais ou menos isto que Zapatero disse no segundo debate televisivo com Rajoy, durante a campanha para as últimas eleições em Espanha. Não? Poucos minutos após proferir tão elevado lema, Zapatero, perturbado com os ataques de Rajoy, comparou o número de mortos pelo terrorismo no seu mandato e no de Aznar. A barbaridade destas declarações não teve, aparentemente, consequências nos resultados eleitorais. O povo começa a ficar imune ao jogo sujo.

Agora, devem ser esses mesmos elevados padrões morais que conduzem o partido na sua cruzada contra Esperanza Aguirre. Secundados por um eurodeputado da CiU, que se encontrava num restaurante quando começaram os ataques de Bombaim, criticam a fuga apressada de Aguirre. Esquecem-se, convenientemente, que a presidente da Comunidade de Madrid não estava sentada em amena conversa, entre a entrada e o primeiro prato, quando o caos se instalou em Bombaim. Estava num dos hotéis atingidos pelos terroristas, a pouco metros das metralhadoras e rodeada por charcos de sangue (Aguirre não foi uma das vítimas dos atentados porque…não calhou). De barriga cheia, Ignasi Guardas (o eurodeputado) teve tempo para reflectir e decidir, e pode agora fazer o papel de herói, ou de “capitão”, e afirmar que será o último a abandonar o barco.

Compreende-se que um nacionalista catalão se preste a estes triste espectáculo, pois é isso que, infelizmente, se espera deles. Menos compreensível é a posição do partido do governo espanhol. A “bloquização” do PSOE está completa. Mas podiam ter escolhido melhor altura para o sermão, e para mostrarem o dedo moralista em riste.



publicado por Carlos M. Fernandes
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Cuco Europeu?

Les origines et la génération de Barack Obama ne l'ont pas disposé à accorder une grande attention à l'Europe.

Thierry de Montbrial

 

 

De facto, Obama não será um cuco europeu em Washington.

 

 



publicado por Henrique Raposo
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Violência nas escolas

"Uma professora da Escola EB 2,3 de Jovim, Gondomar, foi ontem agredida a murro, estalada e pontapé por um aluno de 16 anos, tendo recebido tratamento hospitalar, disse à Lusa fonte da GNR.

A agressão terá ocorrido em retaliação por a professora o ter levado à presença do Conselho Executivo, por alegado comportamento incorrecto.

A docente foi assistida no Hospital de São João, no Porto, com lesões numa perna e num olho."

Público

 

Não posso deixar de pensar que acções do Ministério da Educação que erradicassem das escolas públicas comportamentos destes e seus autores seriam mais benéficos para a qualidade do ensino do que projectos de avaliação mal concebidos (sem com isto dar razão aos sindicatos de professores, que desejam tanto avaliação como a generalidade das pessoas uma gastroenterite).



publicado por Maria João Marques
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Museus

O Público lá tem hoje, naquelas pueris setinhas da última página, Sócrates com uma setinha para cima. Porquê? Porque (e os detalhes ocupam as páginas 10 e 11 do jornal) vai criar um “centro cultural dedicado à arte africana contemporânea”. Se o Governo anda com muito dinheiro, nada contra. Há, no entanto, um pequeno detalhe que sugere uma objecção: a riquíssima colecção de arte africana do Museu de Etnologia (Belém) está, não sei desde quando, invisível ao público por falta de funcionários – como lá me explicaram quando, há dois anos, a tentei ver - e, talvez, de espaço. Claro que a colecção tem o defeito de ser constituída por peças anteriores ao Magalhães que recentemente demos ao mundo, mas valia a pena que, neste caso, o primeiro-ministro vencesse os seus particulares preconceitos e fizesse as coisas por ordem. Guardadas as devidas proporções, é como se se tivesse uma quantidade de Rembrandts, Memlings e Vermeers empacotados numa cave e se abrisse faustosamente um museu dedicado à obra de artistas contemporâneos que, podendo ser óptimos, não têm um valor e uma riqueza que só o tempo pode atribuir às coisas da arte. Se alguém explicasse isso ao primeiro-ministro numa linguagem que ele entendesse (não sei qual é), era óptimo.



publicado por Paulo Tunhas
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A masculinidade moral de James Stewart

 

Bastava lembrá-lo a ser levado ao colo por Woody Strode em "The man who shot Liberty Valance" ou o desmaio-fêmea em "Vertigo" mas para além disso ele foi sempre o homem da palavra. O homem das letras em contraste com o homem das armas (John Wayne). Não era o guerreiro Aquiles. Era o astuto Ulisses. Genial "mindfucker" em "A Corda". O Mr. Smith que foi para Washington. O homem comum que triunfa pela palavra. Nunca serviu para posters (como McQueen, Dean, Brando), não tinha o charme aristocrático de Cary Grant. Havia nele outra coisa. Algo que se sobrepunha à debilidade física (sempre magro, quase frágil), uma obstinação no olhar, uma reserva de humanidade que não podia ser quebrada nem imitada. Por isso, não deixou herdeiros.



publicado por Bruno Vieira Amaral
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Não entendo
Uma pessoa ser assassinada por ser americana ou israelita.
É tão, tão absurdo.

publicado por joao moreira de sá
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Ler

Em 2008, ainda não existe um real pluralismo ideológico. Trinta e três anos depois, o nosso leque de escolhas continua a resumir-se ao ‘socialismo pluralista’ (PS, CDS e PSD) e ao socialismo demagógico (PCP e BE), a versão suave do velho ‘socialismo autoritário’. O 25/11 matou a política em Portugal. Ficou tudo decidido ali. Vários partidos, mas uma só ideologia: o estado socialista.

 

Henrique Raposo, no Expresso



publicado por Atlântico
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Importa-se de repetir?

Passeio pela república de Tuva, no leste da Sibéria - Foto EPA

 

Sócrates vs Passos Coelho: quem é mais sexy?

 

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Na fotografia, Vladimir 'Rambo' Putin passeia-se no empedrado do rio.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Terror em Bombaim

 

A esperança no meio da carnificina. Ver aqui (obrigado ao Infidel). Algumas das imagens são especialmente chocantes. Os números de mortos vão aumentando todos os dias.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Eu, Simpson

 

Simpsonize-se você mesmo. Via Bomba Inteligente.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Madagascar 2

 

Programa de família, fui ver o Madagascar 2 na versão portuguesa. Recomendo, tanto para adultos como para as crianças. O filme tem reminiscências óbvias do Out of Africa. Quero ver a versão original, mas vale a pena assistir à V.P. nem que seja só pelo papel extraordinário de Bruno Nogueira como o girafa Melman, apaixonado pela hipopótamo Glória. A minha filha mais velha achou-o especialmente cómico. Eu também.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Proponho ao governo: Não voltar a pronunciar o nome 'Magalhães'

A gente já desconfiava que a dádiva (ainda que diferida) de Magalhães era aparentada da distribuição de electrodomésticos em Gondomar e com a mesma finalidade das ofertas das grandes empresas (que se dedicam a negócios longe da puericultura) às crianças: os pais ficam enternecidos com a oferta aos seus rebentos e toca de consumir só aquela marca e, pensando nas vendas futuras, criam bons sentimentos associados à marca nas crianças. Não pensei, no entanto, que existisse candura suficiente no governo para o reconhecer.



publicado por Maria João Marques
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Consequências da governação socialista!

O corpo estudantil continua revoltado com o sistema. E radicaliza as formas de luta!

 

Professora agredida a murro, estalada e pontapé!



publicado por Nuno Gouveia
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Hoje sinto-me alemão

Schwarzmalerei verboten

Der Vorstand der portugiesischen Nachrichtenagentur Lusa soll den Journalisten des Wirtschaftsressorts die Benutzung des Wortes "Stagnation” verboten haben. Die Tageszeitung Jornal de Negócios schreibt dazu: "Ich stimme dem Lusa-Direktor Luís Miguel Viana vollkommen zu. Obwohl 'Stagnation' die Situation des Landes - in allen Bereichen - gut beschreibt, ist es doch eine Beschimpfung der Regierung und des Premierministers [José Sócrates], die alles tun, was in ihrer Macht steht, um die Portugiesen glücklich zu machen. Der Herr Direktor sollte am besten gleich einen Index verbotener Wörter bei Lusa anlegen. Vielleicht könnte man ihn auch bei den Nachrichten der öffentlich-rechtlichen Fernseh- und Radiosender einführen. An erster Stelle sollte 'Rezession' verboten werden. 'Krise' sollte auch nicht gedruckt werden, vor allem nicht im Zusammenhang mit 'Politik' oder 'Wirtschaft'. ... Vielleicht sollten auch die Wörter 'Protest' und 'Streik' nicht weiter erlaubt sein, und möglichst auch 'Opposition' nicht. Alles zum Wohle der Nation."

 

» zum ganzen Artikel (externer Link, portugiesisch) 



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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É preciso reflexão política!

A propósito do relançamento do Instituto Francisco Sá Carneiro, agora com Alexandre Relvas na liderança, é importante lembrar a falta que fazem mais think thanks na acção política portuguesa.

 

Lembro-me que uma das auto-criticas que fizeram alguns responsáveis do CDS e do PSD pelo anterior governo, é que não estavam prontos para governar. Porque não tinham um projecto político, ou porque simplesmente os seus dirigentes não estavam preparados para assumir as rédeas do país. Isto não é exclusivo dos partidos de direita, e também no PS se nota que não houve o trabalho prévio necessário. As propostas surgem sem coerência estratégica, desenvolvem-se programas de governo a três meses das eleições, e quase nunca se promete o que se vai fazer. Quando se chega às eleições, debitam-se soundbytes para captar o voto, mas nunca existe um projecto estruturado, através de estudos, artigos e discussão. Para governar um país, não basta apresentar um plano, sem verificar a sua exequibilidade. Depois acontecem as mentiras e os enganos, como o lamentável choque fiscal prometido por Durão Barroso (algo que me desagradou imenso, sendo eu militante do PSD). Deste governo, nem vale a pena falar nas mentiras de José Sócrates, pois iria maçar-vos com tanto texto.

 

O IFSC deverá ser um espaço permanente de debate e discussão, e promover a criação de grupos de trabalho. E aqui, deverá incluir o aproveitamento das virtudes que as novas tecnologias oferecem. Um simples exemplo: porque não aproveitar a ideia seguida este ano pela Republican National Platform, de fazer um site, para receber os contributos dos cidadãos para o programa político das eleições de 2008? Pelo que sei, foi um enorme sucesso, e teve a adesão de centenas de milhares de pessoas. Segundo um dos seus responsáveis, o congressista Kevin Mccarthy, o documento final foi quase todo escrito através destas contribuições recebidas online. É necessário criar os meios para envolver mais os cidadãos. O PSD precisa de fazer mais nesta área.

 

As primeiras impressões do novo site são muito positivas, e Alexandre Relvas poderá liderar um projecto que dê frutos para além do curto prazo. Mais do que apresentar ideias já para as próximas eleições, é fundamental trilhar o caminho dos próximos 10 anos. Por isso, o Portugal 2020 parece-me muito interessante. Como sempre, no meio online, o seu sucesso vai depender do nível de actualização, na forma como conseguir mobilizar os seus intervenientes, no grau de envolvimento dos internautas e na sua capacidade para fazer opinião e de influenciar, não só a vida do partido, mas também a sociedade civil. Veremos se os seus responsáveis irão estar à altura.



publicado por Nuno Gouveia
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Preso por pensar e por não pensar

Parece-me talvez exagerado, Afonso, reduzir a intenção de reanimar o Instituto Sá Carneiro (ISC) a meros jogos de poder ou ambições pessoais. Conhecendo Alexandre Relvas e o seu precurso político e profissional, é até um pouco ridículo transformar um simples almoço com bloggers numa conspiração contra Manuela Ferreira Leite - mais ainda quando se escreve, como Rui Calafate, que Relvas está "a trabalhar para o seu futuro". Isto digo eu que não participei no tal almoço de "arroz de polvo".

 

Um partido - como o PSD, o PS ou o CDS - que pertence ao arco constitucional, não pode deixar de ter fóruns como o ISC (antigo IPSD) ou o Res Publica, onde consiga reunir militantes e independentes para debater ideias e formular políticas a médio e longo prazo. Isso mesmo também já o perceberam Pedro Passos Coelho, Paulo Portas ou José Sócrates. De outro modo, com a extraordinária tese de que em Portugal não é a oposição que conquista o poder, mas o partido que está no poder que cai de pôdre, o que temos visto invariavelmente é que, quando os partidos chegam ao poder, não estão minimamente preparados para o assumir, porque não fizeram os necessários "trabalhos de casa". Um partido da oposição, por natureza, não pode nem deve ser um partido tranquilo.

 

 

[Paulo Pinto Mascarenhas]



publicado por Atlântico
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IPSD e os bloggers

Rui Calafate dá-nos mais uma pista do que está a ser reservado para o futuro no PSD, Alexandre Relvas já se está a preparar.

 

Castro Almeida, em Aveiro, por  sua vez olha para Marques Mendes para garantir-lhe que, se resolver voltar à vida política activa conta com muitos apoios na região de Aveiro.

«Não sabemos se haverá nova eleição, mas se houver, como eu espero e desejo, vai contar na região de Aveiro com muitos amigos e com muitos apoios».

 

 

Onde andam as assinaturas de Menezes?

 

Um partido intranquilo? Muito.



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Pois foi

Devo dizer que a apresentação me inspirou um estado de espírito algo nostálgico, e não apenas pela evocação de Francisco Sá Carneiro. Fiquei sobretudo nostálgico de algo que nunca foi, e devia ter sido: esta revitalização do IFSC devia ter sido conduzida logo em 2005-2006, no consulado de Marques Mendes, para dela estarmos a recolher os frutos hoje. Eu sei que havia na sua direcção quem tivesse essa perspectiva. E tenho pena, muita pena, que isso não tivesse acontecido

 

Vasco Campilho



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Sou um perigoso 'esquerdófilo'

LUSA

 

Entre insultos e elogios, a propósito do meu último artigo no Jornal de Negócios sobre a Agência Lusa, recebo este email que me comoveu particularmente: "E vossa excelencia não passa de mais um exemplo patético, de arrogancia e idiotice esquerdófila, convencido que detem, em exclusivo, o poder de condicionar a opinião do estimado publico. Só faltou explicitar que 'vem aí o fascismo'".

 

Diz-me fonte digna de crédito que a história não é bem a que é contada pelo Conselho de Redacção - e que o director da Lusa, Luís Miguel Viana, não proibiu ninguém de utilizar a palavra "estagnação". Respondo que me baseei no que vem publicado em diversos jornais, do Público ao Correio da Manhã. Parece-me que talvez exista um problema de comunicação na agência do Estado.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Terror ao vivo

Bombaim: responsáveis israelitas admitem morte de reféns no centro judaico

 

-

 

Informações ao segundo sobre os ataques e 7 televisões para escolher ao vivo.

 

 

Obrigado ao comentador lucklucky.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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A Miguel Sousa Tavares falta-lhe uma vogal
 
Para a eternidade falta-lhe um apelido que não comece por uma consoante.
MST nunca será MEC, por exemplo. Outro? António Lobo Antunes, ALA. Bom. José Pacheco Pereira, JPP. Não dá. Soa a partido político
 


publicado por joao moreira de sá
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Um pensamento sindicalista

«Não podemos desistir deste combate, muito menos agora que, unidos, estamos prestes a desferir a estocada final no bicho. E, perdoem-me a imagem, nos preparamos para lhe cortar o rabo e as orelhas."

Manuel Micael, dirigente da Fenprof

 



publicado por Francisco Proença de Carvalho
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O céu está de tanga?
 
Uma pessoa apercebe-se da gravidade da situação económica actual quando vê o próprio Cristo, Rei, a cravar patrocínios à Samsung.
 
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Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Casal perfeito

 

Era um blasfemo. Casou com uma blasfêmea.
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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A lógica é uma batata

O que dá muito jeito, como nesta posta de pescada que se atirou para aqui.

 

A lógica maravilha desta posta é que a direita que criticava o foclórico Zé, atacava o BE e porquê? Porque agora defende o Zé e os seus delitos de opinião contra o ditatorial BE.

 

E a lógica é uma batata! O PS, deve ser essa a direita a que o bom do Daniel se refere, gosta de fazer esses números, fingindo-se espantada com o comportamento do BE e a injustiça feita ao seu querido Zé.

 

O Daniel só escreve uma coisa contra a qual não há argumentos que me valham, o homem sempre defendeu o Zé, sempre. Devia ter defendido o BE sempre, a começar do próprio Zé, ele lá terá tido as suas razões para não ajudar a evitar que o seu BE se enfiasse nesta confusão.

 

No meio desta salganhada mental que o Daniel confunde com raciocínio, é compreensível que o problema da honestidade dos outros lhe venha às ideias como argumento e meio para salvar a sua própria face.

 

Daniel Oliveira, que não será tonto, saberá que quem tem responsabilidades de direcção num partido, seja em campanha ou não, devia ter as faculdades de um homem normal – não eram necessárias as de um génio como ele – para perceber quem é que era o pato nesta história toda.

 

Os lisboetas - pois ainda não percebi a quem o Daniel se refere quando fala da direita - que não se deixou encantar pelas pretensões a provedor do Zé, não se tornaram agora seus fãs. Estão é a rir-se do BE, o que não é bem-educado nem simpático mas olha... é a vida.



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Samir, o terrorista

No passado dia 24 de Novembro, Samir Al-Kuntar foi condecorado pelo Presidente sirio Bashar Al-Assad.

 

 

Não se lembra quem foi Samir Al-Kuntar?

 

 



publicado por Afonso Azevedo Neves
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Reacções

  

Adepto do Benfica
"Mas o quiqué isto?"
 
Carlos Queiroz
"Só 5?"
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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Notícias da 10ª Circular
 
Penso que o Benfica está a levar esta coisa da rivalidade com o Sporting demasiado à letra.
 
Bom, bom, era um jogo entre um misto Sporting-Benfica e a Selecção Nacional.
6-5 já dava para levantar a moral.
 
_________________

Arcebispo de Cantuária



publicado por joao moreira de sá
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E gravou mais um CD
Diz que a Amélia muge.


(nota do autor. todas as Amélias o fizessem assim)

publicado por joao moreira de sá
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Ataque em Bombaim


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Tiros no centro judeu

An Indian commando rappelled from a helicopter onto the roof of a Jewish Center on Friday.


Fotografia e texto no NYT



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Agora vou ouvir o Luciano Amaral

No sítio do Instituto Sá Carneiro.



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O Sporting é mais importante que os atentados terroristas em Bombaim?

Tudo dito numa caixa de comentários do Arrastão:

 

6  Mouzinho

e Bombaim? ninguém fala?

 

7  Daniel Oliveira 27 Nov 2008 às 22:33

E o que há a dizer sobre aquela desgraça?

 

14  Fernando

e Bombaim? ninguém fala?

Se nem os noticiários falam não é obrigação do Arrastão fazê-lo… é que quem não saiba o que se passa na India fica na mesma, só se fala de “terroristas” e nem um piu sobre quem são, o que querem, reivindicações, histórico, etc.

 

-

 

"Nem um piu sobre quem são", o "histórico", etc. - reparam? O que se passa na Índia, "fica na mesma".Há que compreendê-los, claro. Como o Sporting e o Benfica, bem feito, certo? E Bombaim, ninguém fala? Não, o que há a dizer sobre aquela desgraça? Mais valia não dizerem nada. Pois era.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Recomendações do PPM

 

Rui Palha - fotos
No flickr: http://www.flickr.com/photos/ruipalha/
Também em http://www.usefilm.com/photographer/13879.html

Com entrevista em http://blog.flickr.net/pt/2008/10/02/sofa-5-perguntas-para-rui-palha



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Sexy net



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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Ser benfiquista

Por outro lado, bem vistas as coisas, o Benfica é como Portugal: capaz dos maiores feitos (no passado e, talvez, no futuro) e dos maiores desastres (no presente).



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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http://www.valeyoga.com.br/yoga_noticias/wp-content/uploads/tiger-woods.jpghttp://www.stephanhoglund.com/Images/Sufer_from_US.jpg

 

Faço-te a vontade, Seufert.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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