Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Proponho ao governo: Não voltar a pronunciar o nome 'Magalhães'
A gente já desconfiava que a dádiva (ainda que diferida) de Magalhães era aparentada da distribuição de electrodomésticos em Gondomar e com a mesma finalidade das ofertas das grandes empresas (que se dedicam a negócios longe da puericultura) às crianças: os pais ficam enternecidos com a oferta aos seus rebentos e toca de consumir só aquela marca e, pensando nas vendas futuras, criam bons sentimentos associados à marca nas crianças. Não pensei, no entanto, que existisse candura suficiente no governo para o reconhecer.
De Manuel Leão a 30 de Novembro de 2008 às 12:44
Pouca diferença faz daqueles, mais crescidinhos, que agradecem ter arranjado um "tachito", através de um cartão que "abre portas", seja ele cor de rosa ou cor de laranja.
Todavia, se tal carta existe, deve ter sido redigida, tanto pela criança, como aquela que eu vou escrever para o Pai Natal, em nome do meu neto de três anos. Mas ele é mais modesto: - só quer um brinquedo.
Já sabia que a Ministra não tinha a noção de muitas coisas. Fiquei a saber, agora, que também não tem a noção do ridículo. Mas esse é o aspecto menos grave, uma vez que apenas a afecta a ela.
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