Na recta final do presente mandato legislativo, a situação económica não é famosa. A luta pelo défice já era, o que significa que os impostos pagos pelos contribuintes nos últimos anos de pouco serviu. O desemprego vai aumentando, apesar dos ditos 150 mil postos de trabalho que Sócrates iria criar. Enquanto a situação do país nunca deu sinais de melhoria, Sócrates entreteu-se, e quis distrair-nos, distribuindo computadores montados em regime de monopólio, por uma empresa portuguesa, num excelente sinal do que, para os socialista, significa o capitalismo de Estado.
O desastre é iminente. Ontem, Cavaco lavou as suas mãos. Não pegou num tema polémico, para que as culpas lhe não sejam atribuídas. Falou de algo que poucos compreendem, de um assunto árido como, aliás, o são todos os meramente jurídicos. O que interessa é que as águas estão separadas e, de ora em diante, poucos estranharão outras palavras duras. E como o próprio Cavaco disse ontem, ninguém o pode acusar de ter ficado calado.
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