Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009
Kiev & Praga, Lda.

Depois do prolongamento do mandato presidencial russo para seis anos e da marcação de terreno na Geórgia, Moscovo virou-se para o lado que mais enregela os europeus: a Ucrânia. O gás é apenas mais um argumento para centrar as atenções nesta frente. Estamos a quatro meses da cimeira de Abril da NATO que dará uma resposta mais concreta às pretensões de de Kiev. Para se intrometer neste processo e na instável política interna ucraniana, Moscovo voltou à carga com a sua cavalaria moderna: o corte do gás por falta de pagamento de "juros mora e outras multas". Iuschenko já tornou isto num problema euro-atlântico, pedindo que todos assumam as suas responsabilidades. Em boa hora a presidência foi assumida pela República Checa. Eles sabem bem de que lado devem estar.



publicado por Bernardo Pires de Lima
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