Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007
O futuro da direita nas bancas

Qual é o estado de saúde do regime político português no final de 2007?
José Miguel Júdice escreve na
Revista Atlântico que o regime está em sérios riscos de alterar a matriz de confrontação política e será perigoso se o combate essencial se situar na fronteira à esquerda do PS. A solução que defende, “com rasgar de vestes e ranger de dentes – et pour cause – por parte do pessoal político do PSD e do PP”, passa pela criação de um novo partido político, “que aproveite por reciclagem o que pareça útil ainda dos materiais que formam os actuais partidos de direita, que se estruture com um programa ideológico que se diferencie do PS e que provoque as condições para que a confrontação política volte ao sítio de onde não deveria ter saído”. Um partido “mais liberal, mais sensível aos testamentos que fizeram no passado a matriz sociológica do PPD e que assuma a provável derrota em 2009 como um trampolim para a vitória em 2013”.
Revista Atlântico, nas bancas.
De Cascavel a 1 de Novembro de 2007 às 14:58
O genial tótó Júdice está cada vez mais lélé da cuca.Mas é fantástico a fazer pela vida.
De Cascavel a 1 de Novembro de 2007 às 15:04
Perdão,queria dizer "cromo" em vez de "tótó".
De terrivel a 31 de Outubro de 2007 às 20:16
Caro PPM, Apenas um reparo:
Chamar a Carl Schmitt "teologo" , como se escreveu numa recensão de um livro, merece correcção pública. Quanto ao mais, muito bom este número. Parabens.
[...] O futuro da direita nas bancas Qual é o estado de saúde do regime político português no final de 2007? José Miguel Júdice escreve na Revista Atlântico que o regime está em sérios riscos de alterar a matriz de confrontação política e será perigoso se o combate essencial se situar na fronteira à esquerda do PS. A solução que defende, “com rasgar de vestes e ranger de dentes – et pour cause – por parte do pessoal político do PSD e do PP”, passa pela criação de um novo partido político, “que aproveite por reciclagem o que pareça útil ainda dos materiais que formam os actuais partidos de direita, que se estruture com um programa ideológico que se diferencie do PS e que provoque as condições para que a confrontação política volte ao sítio de onde não deveria ter saído”. Um partido “mais liberal, mais sensível aos testamentos que fizeram no passado a matriz sociológica do PPD e que assuma a provável derrota em 2009 como um trampolim para a vitória em 2013”. [...]
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