Domingo, 30 de Dezembro de 2007
O bloco risível
"O desejo de estar bem com gregos e troianos começou a manifestar-se muito cedo. Colegas lembram que, nas turmas do [Liceu] Camões, Faria de Oliveira conseguia o impossível: dava-se com toda a gente. Tal como o relógio suíço, dizem os seus detractores, Faria de Oliveira não adianta nem atrasa. Antes, `empata´", refere perfil publicado pelo jornal Expresso em 1994. (Notícias Sapo)
Se Luís Filipe Menezes tinha sido risível ao exigir um nome social-democrata para a presidência da Caixa Geral de Depósitos, em nome de um "equilíbrio de poder" - tendo num dia apontado Miguel Cadilhe e no seguinte Eduardo Catroga - a resposta do Governo não pode também ser levada a sério. Na escolha de Faria de Oliveira, apenas pela suspeita de que se limitou a seguir o critério imposto pelo PSD na lógica partidária da repartição de lugares pelo bloco central na máquina do Estado, Sócrates empata com Menezes.
O Atlântico é o melhor blog de direita em Portugal.
De Francisco Melo a 31 de Dezembro de 2007 às 01:31
É espantoso como se esfumam conceitos como "produtividade" ou "eficácia" quando se trata de nomear (ou exonerar) algum gestor neste país. O discurso político bem pode por a tónica no desenvolvimento económico do país, mas continuamos a assistir a danças de cadeiras aparentemente desgarradas de objectivos, resultados ou provas dadas no decurso da actividade profissinal dos nomeados. Assim, estamos a desvalorizar o mérito, e dificilmente estaremos a contribuir para afinar a máquina que faz crescer Portugal.
De Gouveia Marques a 31 de Dezembro de 2007 às 01:07
Não empata, ganha sempre o Ps, porque se o F. Oliveira vem de Madrid para Lisboa, fica lá uma vaga para um adepto do Ps...
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