A velha máxima que sublinha que os franceses só fazem reformas quando há uma revolução não parece estar a ser seguida, também nos assuntos internacionais, pelo actual chefe de Estado. Pondo de lado os affairs cor-de-rosa que Nicolas Sarkozy tem protagonizado, estes primeiros oito meses de mandato ficaram definitivamente marcados pelo regresso da França às grandes questões estratégicas internacionais. Um reformismo na perspectiva francesa que não precisou de qualquer revolução para ser levado a cabo e que assentou, essencialmente, em três grandes pilares.
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