Quinta-feira, 6 de Março de 2008
Atlânticos em congresso


Eu e o Henrique vamos estar amanhã na Gulbenkian a participar neste IV Congresso da APCP. O Henrique às 9.00h (sala 1) com, "A Parceria Estratégica EUA-Índia: Poder e Identidade no Sistema Interestatal pós-Atlântico", e eu às 16.30h (sala 3), com "O Intervencionismo Liberal de Blair nas Relações Internacionais pós-Guerra Fria".

Apareçam. 

publicado por Bernardo Pires de Lima
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Mau perder
Ainda a propósito do texto de Daniel Oliveira sobre o aniversário do Público - demonstrativo de algum mau perder, convenhamos, para não dizer mau gosto -, falta saber onde é que foi buscar os números que indicam ser "a maioria dos leitores de esquerda".

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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O fado benfiquista
O Benfica esteve a jogar quase 45 minutos com 10 jogadores e jogámos mais do que costumamos com 11. Mas o nosso fado é sofrer e a perder por 1-0 não vamos lá.

[Acrescento que estivemos mais de 80 minutos a jogar com 10 e o 2-1 ainda pode ter resposta em Espanha se jogarmos lá com a mesma garra de cá, mas com 11 o tempo inteiro]

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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A propósito da Atlântico
A propósito do artigo assinado nesta edição pelo autor brasileiro Mauro de Salles Villar sobre o persistente desacordo ortográfico. Pode ser coincidência, mas não deixa de ser uma notícia muito curiosa:

Governo ratifica acordo ortográfico da língua portuguesa
O Governo aprovou hoje a proposta do segundo protocolo modificativo ao Acordo ortográfico da língua portuguesa, de 1991, comprometendo-se a adoptar as medidas adequadas para «garantir o necessário processo de transição, no prazo de seis anos».

A decisão, que ainda terá de ser sujeita à apreciação do Parlamento e do Presidente da República, Cavaco Silva, foi anunciada pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, no final do Conselho de Ministros.

«O Estado Português adoptará as medidas adequadas para garantir o necessário processo de transição, no prazo de seis anos, nomeadamente ao nível da validação da ortografia constante dos actos, normas, orientações ou documentos provenientes de entidades públicas, bem como de bens culturais, incluindo manuais escolares, com valor oficial ou legalmente sujeitos a reconhecimento, validação ou certificação», lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Yes, We Can

As figuras pop, por mais ocas que normalmente sejam, têm sempre muitos adeptos por esta Europa fora. Então quando o histerismo se apodera das pessoas está criado um caldo para o ridículo. Primeiro conselho: convém ir com mais calma quando olhamos para os nossos ídolos, eles mais cedo ou mais tarde acabam por nos desiludir. Depois pode ser tarde para rasgar os posters das paredes do quarto e entrar numa vida relativamente saudável.


Serve este alerta amigo para vos pôr a par de uma ideia de política internacional que o Sr. Obama anda a magicar, para já em relativo segredo. Ou pelo menos fora do alcance dos seus fãs que preferem o hip hop dos seus vídeos e essa mágica palavra tão sumarenta que é change.


Escreveu Barack Obama em Agosto último, nas páginas da revista Foreign Affairs: “temos de considerar o uso da força militar em circunstâncias além da auto-defesa. Não hesitarei em usar a força, unilateralmente se necessário, para proteger o povo americano ou os nossos interesses vitais sempre que formos atacados ou estivermos sob ameaça iminente” (p. 7). Palavras de George W. Bush, esse belzebu do Texas? Não. Palavras do mais recente ícone europeu, Barack Hussein Obama. Aqueles que tanto massacraram "o" Bush por tiradas como esta, agora querem Obama na Casa Branca, porque...sim. Porque lhes permite "voltar a sonhar" e outras tangas do género.


Vale a pena, pelo menos, sublinhar, que ao contrário de Bush (o seu programa externo em 2000 estava longe de se confundir com o que depois foi sendo posto em prática) Obama assume-o. Ou assumi-lo-á. Porque, quer queiramos ou não, o evangélico é ele. Mas isso agora já não interessa nada, claro.



publicado por Bernardo Pires de Lima
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A ler - só na versão impressa


"Só este primeiro-ministro seria capaz de reabilitar o diálogo do eng.º Guterres".

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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De Obama a Alcochete
Há uma lição a retirar da campanha de Obama: a política não pode ser reduzida a uma disputa entre soluções técnicas.

Um grande artigo do Pedro Adão e Silva. A ler com redobrada atenção o último paragrafo: quaisquer semelhanças com algumas decisões governamentais são, com certeza, puras coincidências.

publicado por Pedro Marques Lopes
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Robert Reich
It is easy for cynics to write off Obamania as a passing fad, as lofty rhetoric that can't and won't hold up on close inspection -- another bout of the kind of naive and romantic enthrallment that occasionally claims American voters until common sense sets in. This is surely what Hillary Clinton and my friend from forty years ago are counting on. But if the Clintons stop to think back to what they felt and understood in those years leading up to 1968, they may come to a different conclusion, as have I.

Neither John F. Kennedy nor his brother Robert were idealists. They were realists who understood the importance of idealism in the service of realism. They grasped the central political fact that little can be achieved in Washington unless or until the public is energized and mobilized to push for it; the status quo is simply too powerful. The ideals they enunciated helped mobilized the nation politically. That mobilization contributed to the subsequent passage of civil rights and voting rights laws, Medicare, and environmental protection. For purposes of practical electoral strategy as well as high-minded moral aspiration, they never tired of reminding the nation of its founding principles -- most fundamentally, that all men are created equal.


Robert Reich amigo de sempre dos Clintons

publicado por Pedro Marques Lopes
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Com chave de ouro
Suave mal-estar e despedida. Por José Manuel Moreira.

Como se explica que, ao contrário de outros da Sedes, este tenha “pegado” logo e tão bem?

Terá sido por oferecer uma boa descrição do mal-estar, recheada de discretas doses de ambiguidade nas suas raízes? Não terá sido isso que permitiu tanto aplauso ao mal-estar, tão pouca clareza nas alternativas – de que, afinal, depende a confiança – e tanta liberdade nas considerações?

É verdade que houve receios do Governo e o “eles” e “nós” (para a semana) de Júdice, mas o documento é compreensivelmente vago, talvez para abarcar o leque de signatários e não romper com o português suave.


publicado por André Alves
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Atlântico nas rádios
Na TSF:

José Pedro Aguiar Branco exigiu, num artigo muito crítico publicado esta quinta-feira na revista Atlântico, à direcção de Luís Filipe Menezes que faça uma oposição «consistente, não errática, coerente e respeitadora da palavra dada».

Considerando que o PSD deve ter um verdadeiro projecto alternativo, o ex-ministro da Justiça criticou o PSD por ter voltado atrás no acordo da lei eleitoral autárquica e reprovou o facto de o partido não ter apresentado uma alternativa ao mapa judiciário do Governo.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Atlântico nos jornais
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No Público de hoje:

É um libelo, sem contemplações, contra o Governo do PS, a sua "verdade virtual e a suas teorias da conspiração", mas é também a denúncia de "um novo-riquismo político" que vinga, por estes dias, no PSD e que leva muitos dos seus protagonistas "a interiorizar as mesmas fobias do executivo socialista". O diagnóstico, implacável, sobre o défice de confiança que abala a qualidade da democracia é feito por José Pedro Aguiar-Branco, num artigo que será hoje publicado na Revista Atlântico.

Intitulado Da Teoria da Conspiração ao Défice da Autenticidade, o artigo do ex-ministro da Justiça arrasa a governação socialista. "Tudo é simples gestão da crise, sem qualquer rasgo estratégico, sem qualquer horizonte de verdadeira mudança", acusa o deputado. Mas atinge, em cheio, a actual direcção de Luís Filipe Menezes, conotada com "um novo-riquismo" que, à semelhança do actual poder socialista, vê "conspiração onde há expressão crítica", privilegia "o espectáculo efémero mediático" ao projecto e à apresentação de propostas alternativas e "dá o dito por não dito", reforçando o descrédito, em vez do cumprimento da palavra, restaurando a confiança. Exemplos? A alteração da lei das autarquias locais, o mapa judiciário (duas reformas que a actual direcção do PSD se prepara para denunciar, depois de as ter aprovado) e o inquérito parlamentar do caso BCP.
Sobre a nova lei autárquica, negociada entre PS e PSD e votada favoravelmente na generalidade pelos dois partidos, Aguiar-Branco reprova a "indiferença manifestada quanto aos compromisso assumidos livremente em sede parlamentar".
O ex-ministro da Justiça censura, também, que o PSD anuncie que vai romper o Pacto da Justiça sem que tenha apresentado uma proposta alternativa à do Governo que "conduza à absolutamente necessária reestruturação dos meios logísticos e humanos que permita uma resposta mais célere e competente do sistema judicial".
Finalmente, insurge-se contra "o frágil sentido de Estado" que a direcção de Menezes revelou no caso BCP. "Um partido com vocação de poder deve acautelar o prestígio e a importância das instituições, como o Banco de Portugal ou a CMVM, no que elas significam para a segurança do sistema financeiro português, o que está muito para lá da dimensão das pessoas que provisoriamente as representam", argumenta.
Posicionando-se para uma eventual disputa eleitoral pela liderança do PSD, Aguiar-Branco apela a uma mudança de rumo para Portugal em 2009, advertindo que, para isso, "o PSD tem de ser capaz de abater o défice de autenticidade que o Governo e o primeiro-ministro até lá não deixarão, seguramente, de aumentar", construindo uma alternativa credível que comporta "exigências". A começar por uma oposição consistente, "não errática, coerente e respeitadora da palavra dada" e pela "estruturação de um verdadeiro projecto alternativo".
Nessa nova "linha de rumo", considera ainda o ex-ministro da Justiça, caberá a denúncia da "ocupação circunstancial e oportunística do centro político por parte do Partido Socialista", a afirmação do primado da iniciativa privada, e a presença do Estado permaneça "apenas onde ele seja imprescindível". No caderno das exigências, inclui-se ainda a afirmação da liberdade - que vai muito além da denúncia dos tiques autoritários do Governo do PS.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Homem ao mar
http://www.agendinhadorecife.blogger.com.br/cineluso%20-%204respirar.jpg

A primeira notícia sobre a morte de Mark Twain foi, como sabemos, prematura: ele ainda estava vivo. A notícia da morte política de Luís Filipe Menezes será sempre tardia: quando for confirmada, já ele há-de estar politicamente defunto há muito tempo. É o que faz prever tudo o que se disse e escreveu sobre o presidente do PSD nos últimos dias. Porque a propósito de Menezes, já não há várias opiniões, mas apenas maneiras diferentes de expressar a mesma opinião.

http://www.atlantico-online.net/blogue/wp-content/uploads/2007/10/psd.jpg

Há, claro, uma voz discordante: a do próprio Menezes. Diz ele que, contando com as “bases” do PSD, não lhe importa o resto. O resto, porém, é o país. E o país, através das sondagens, pôs o seu PSD a descer, precisamente no auge do descontentamento anti-governamental. No passado Outono, Menezes reclamou o direito de ser julgado pelos “resultados”. Em meio ano – que representa um quarto do tempo de que, à partida, dispunha antes da eleição de 2009 –, o único resultado foi a ressurreição de Santana Lopes. E temo que não prove a mesma coisa que a de Lázaro.



Quase toda a gente se enganou sobre a figura que Menezes ia fazer. Chamaram-lhe “populista”, e ficaram à espera de o ver cercar S. Bento com as massas de descamisados do “Portugal profundo”. Mas Menezes era apenas um velho “barão” do PSD. Faltava-lhe estado-maior, e só por isso pareceu um homem das “bases”. No congresso do partido, fez uma corte desesperada aos outros barões. Santana, que Marques Mendes contivera, aproveitou para tomar conta da loja.



Menezes, por sua vez, enganou-se sobre a figura que deveria fazer. Com Sócrates a cortar os calos ao Estado Social, imaginou que lhe convinha ir ao baile com a máscara velhinha de “social democrata”. Ei-lo, no Verão passado, com uma “visão tradicional de esquerda”, “defensor muito drástico do Estado Social”, a esbravejar contra o “capitalismo selvagem”. Alguém entretanto o terá conseguido convencer de que não valia a pena fazer concorrência a Jerónimo e a Louçã. Numa reviravolta sem transições ou explicações, Menezes passou subitamente a reclamar a privatização de tudo. Quase ao mesmo tempo, o país viu-o a exigir reformas e ao lado dos que combatem as reformas; a romper pactos com o governo e a propor pactos ao governo. O mal ficou feito: Menezes já não pode dizer nada que não digam que é asneira, só por ser ele a dizê-lo. Chama-se a isto descrédito. E é fatal.



Vão certamente lembrar-me de que não é fácil ser oposição em Portugal. Pois não. E é precisamente por isso que a liderança da oposição não pode pertencer a alguém sem a força e a visão necessárias para o lugar. Perante tanta dificuldade, Menezes tem uma única arma secreta: a “carne assada” que tenciona partilhar com as “bases”. Mas se há carne assada no PSD, é a dele próprio, destinado a ser queimado a fogo lento, como o bode expiatório dos fracassos e incapacidades de um partido.



É que Menezes não é a causa – é apenas um efeito. Menezes não conquistou o PSD: apanhou-o do chão, onde o restante baronato o deixou. Menezes é, tal como Mendes, produto da mentalidade rotativa dos dirigentes do PSD. Todos eles parecem convencidos de que o seu tempo só virá depois de 2009. Antes de estarem confirmados os bilhetes de regresso aos ministérios, não lhes interessa a chefia. Daí esta sucessão de líderes improváveis, e daí também o regresso de Santana: o PSD vive a hora dos pequeninos e dos fantasmas.

[Rui Ramos]

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Artigo de quarta-feira no Público
Editado para o Blogue Atlântico

publicado por Atlântico
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Ler
Iniciativa política não é sinal de autonomia, João Miranda, no Blasfémias:
Fazer umas manifestações, sem sequer ter a mínima ideia como é que o sistema de ensino poderia funcionar num regime de liberdade, não é uma manifestação de autonomia. É uma manifestação de impotência. Só recorre ao processo político para resolver problemas profissionais quem não tem forma de dirigir a sua própria vida pelos seu próprios meios.


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Quem será a Primeira Dama?
http://blog.spokanetogo.com/blogs/soundoff/cindy%20mccain.jpghttp://blogs.edweek.org/edweek/thisweekineducation/upload/2007/04/Bill_Clinton_Biography_2.jpghttp://www.nypost.com/seven/02132007/photos/news007b.jpg

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Um apoio envenenado?
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008
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Isabel Meirelles e a Booknomics


Convidam para o Lançamento do Livro 


"SENHORA EUROPA" de Isabel Meirelles


 


Dia 6 de Março, pelas 19h00, na FNAC Chiado


 


Isabel Meirelles é uma das vozes mais conceituadas e conhecedoras de toda a complicada temática europeia. Teve o privilégio de seguir a evolução da União Europeia desde os anos 80, justamente nos tempos áureos do boom comunitário. Primeiro enquanto estudante, depois já no domínio profissional e hoje como especialista de élite.


A autora deste livro rapidamente se apaixonou pelo Direito Europeu, pouco convencional, pelos assuntos de uma Europa cheia de facetas de caleidoscópio, embora sem nunca deixar de olhar para o oceano dos nossos navegadores e para os outros continentes distantes que eles descobriram.


Nos anos 50 surgiu a Europa unida, por força da vontade de grandes ideólogos e estadistas, organizações de integração, inicialmente circunscritas ao domínio económico, mas a partir dos anos 80, velozmente estendidas a áreas tão diversas como o ambiente, investigação e desenvolvimento, social, indústria, cultura, juventude, saúde, emprego, segurança e defesa, justiça e assuntos internos entre tantas outras.


Foi o Acto Único Europeu, os Tratados da UE de Amesterdão e Nice e já nesta década a Europa encalhou numa malograda Constituição Europeia, quiçá num Tratado Reformador, que só entrará em vigor após as ratificações de todos os países membros.


Isabel Meirelles faz neste livro uma viagem focada nas principais dúvidas e optimismos de uma Europa gigantesca e insegura. 






publicado por Atlântico
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Coisas boas deixam saudade
 

Em Julho, faz cinco anos (já!) que assisti a um concerto único. Perfeito, límpido. Na terrinha, num jardim, numa noite quente de Julho, ouvi mais de duas horas de Lou Reed. Aliás: mais de duas horas de Velvet Underground, porque a tanto o público exigiu. Numa noite em que acabámos a cantar em coro Perfect Day, só para ele voltar ao palco, feliz, para nos dar Heroin (coisa que não fazia há muitos, muitos anos). Quero mais.

publicado por Ana Margarida Craveiro
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Notícias do partido-tablóide (II)
Edição do dia © Meia Hora

Hoje escrevo na pág. 3 do Meia Hora sobre as desavenças públicas entre Francisco Louçã e José Sá Fernandes a propósito da continuação da coligação entre o BE e o PS em 2009. Aconselho ainda a leitura da coluna de Manuel Falcão na pág. 2 sobre os tempos em que o "socialista de rosto humano" Manuel Alegre fechava jornais como O Século. E ainda o habitual texto de Sérgio H. Coimbra na penúltima página. Clique na imagem para ler em pdf.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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A ler
Rui Ramos, no Público de hoje:
"O que acontecerá se o PS reeditar a maioria absoluta, graças aos eleitores ou de acordo com outro partido, e a eleição de 2009 legar ao PSD uma bancada parlamentar escolhida por Menezes e Santana? O barco do PSD entrou num mar agitado. O capitão já caiu ao mar. Irá o resto da tripulação perceber que tem de deitar mão ao leme? E conseguirá ainda evitar que o barco vá ao fundo? É que começa a ser tarde."

Adenda: Corrigido depois de ter lido o Gabriel Silva.


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Parabéns ao Público
Parabéns pelos 18 anos celebrados esta semana com pompa e circunstância. A mais-valia da edição de hoje, para além da crónica habitual de Rui Ramos, é uma fantástica revista (P2) que, curiosamente, tem muito da estética dos bons tempos do Caderno 3 do Independente, incluindo um longo e excelente artigo de Miguel Esteves Cardoso. Eu ainda sou dos tempos em que o Indy fez um caderno especial chamado Púbico - púbico mesmo - onde se brincava com o diário da Sonae. Normal, por isso, que o texto assinado por MEC na edição de hoje tenha como título "Os pêlos públicos".

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Alhos e bugalhos

Este Atlântico não põe em questão nem, muito menos, nega a existência de subsídios a diversas organizações da sociedade civil nos Estados Unidos (o exemplo não era meu, sequer). Longe disso. Mais, todos sabemos (há quem finja que não sabe) que tanto o Governo Federal como os estaduais subsidiam, por exemplo, a produção cultural ou organizações de direitos humanos.


O João ou não percebeu o contexto em que escrevi isto ou percebeu e não concorda.


O que eu quis dizer era tão simplesmente que mal estamos se necessitamos do Estado para nos organizarmos nos mais pequenos aspectos da vida social.


Convirá acrescentar, no entanto, que a questão dos subsídios tem de ser analisada no contexto da comunidade de que queremos falar, do seu enquadramento legislativo, dos direitos e deveres das organizações, do controlo político - e em muitos mais aspectos.


Apoiar o subsídio estatal a uma qualquer entidade só porque nos Estados Unidos ou no Burkina Faso também se faz é enviesar completamente a discussão.


(já agora, não se consegue aceder ao PDF).

publicado por Pedro Marques Lopes
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Finalmente vi a luz

O Henrique Raposo não é da opinião que as Associações de Pais recebam subsídios estatais. O João Galamba, pelos vistos, é. Se bem percebi, o João pensa que se não fossem dados subsídios a organizações da sociedade civil estas, pura e simplesmente, não existiriam. Ou seja, não fosse o bendito Estado e não haveria maneira de as pessoas se organizarem em função dos seus interesses. Os ingleses e os americanos sim, são capazes. Nós, portugueses, em função de uma qualquer disfunção genética, não nos conseguimos organizar sem o Estado. Pois claro.


No prédio onde vivo andamos com problemas, achará o João que nos devemos dirigir à repartição pública mais próxima para pedirmos um subsídio para pôr a funcionar a assembleia de condóminos?



publicado por Pedro Marques Lopes
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Perdão?

«Eu ligo esta turbulência dos últimos 15 dias ao facto de se ter visto José Sócrates a cair nas sondagens, por se ver que o líder do PSD estava a marcar a agenda política» Menezes no JN e não qualquer humorista como poderia parecer.



publicado por Pedro Marques Lopes
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A obra
Muito se tem falado neste "partido novo" liderado por Rui Marques. Já teve honras na TV, páginas de jornais, análises politológicas sobre se é possível ter sucesso "entre o PS e o PSD". Passando a parte do ser possível estar entre uma e a mesma coisa, há todo um caldo evangélico nesta abordagem da "esperança", na retórica obamizada de Rui Marques. Eu sei que agora está na moda, mas também não era preciso ser tão explícita a mãozinha marota de obreiros descontentes com o panorama laranja.  

publicado por Bernardo Pires de Lima
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Em Gaia não há nada disso

«Muita dessa gente, do PS e do PSD, teve avençazinhas na câmara de Lisboa ou o primo, ou o marido no Ministério da Educação.»
Menezes no JN

publicado por Pedro Marques Lopes
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Isto não é para todos
Enquanto isto, o Público dirigido por Pacheco Pereira (finalmente, ah?) noticia que "um grupo de notáveis liderado por Paula Teixeira da Cruz" reflete hoje sobre futuro do PSD. E quem serão estes "notáveis", perguntam V.Exas? Bom, desde um Macário Correia a um Vítor Calvet, passando por Manuel Vilares e acabando em... Pacheco Pereira. Quem mais.

publicado por Bernardo Pires de Lima
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Menezes com saudades do CM
Menezes ainda não percebeu que já não é comentador no Correio da Manhã. Enquanto não tem ideias para o país, vai comentando o "seu PSD". Parece que jeito não lhe falta. Para o comentário, claro.

publicado por Bernardo Pires de Lima
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Tem razão. Já esteve mas a época dos saldos já acabou

Esteve disposto a fazer directas em Fevereiro.


Há dois meses. Este meu partido não está em saldo.



publicado por Pedro Marques Lopes
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Importa-se de repetir?

«Lidero um partido que tem dificuldades de ganhar eleições em Portugal, comigo ou com qualquer outra pessoa, porque está estruturada uma dialéctica de confronto democrático que favorece o espaço socialista.» Luis Filipe Menezes ao JN



publicado por Pedro Marques Lopes
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Mithá

O que há para dizer sobre Educação, Henrique? Também há isto:


 



 


Gabriel Mithá Ribeiro, que escreve na edição da Atlântico de Março.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Os adversários
Pedro Santana Lopes sobre Sócrates e outros adversários. Como Cavaco Silva:
De qualquer modo, repito, aprecio a capacidade de tomar decisões. Mesmo nos meus adversários. E noutras pessoas de quem não tenho estado próximo. Será estranho reconhecer grandes qualidades ao Presidente da república, apesar dessa distância? E, ao contrário de outros, não o estou a comparar a José Sócrates.


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Crato
O que há a dizer sobre a educação? Isto:

http://www.univ-ab.pt/~fcosta/books/Eduques.jpg

Nuno Crato

publicado por Henrique Raposo
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A política é combate
O novo partido, Movimento Esperança Portugal, quer estar ao centro, entre o PS e o PSD. É demasiado português para ser verdade. Demasiado meias tintas, sonso e acomodado. Em Portugal todos querem estar no centro político. É o único lugar totalmente descomprometido. Aquele onde não se tomam opções, não se decide e se pode ir ao sabor da corrente que é o poder. Não se tem de dizer que sim, nem que não. Apenas, talvez. E sempre com um ar sério, sisudo quanto baste, de que a responsabilidade é muito importante, que ‘as coisas não são assim tão simples’, que é preciso ser ’prudente’ e ‘ponderado’.

Enquanto todos estiverem engalfinhados a lutar pelo centro, o país não vai andar nem desandar. Ficará sempre na mesma. Sejamos claros: Para se estar na política é preciso tomar decisões; é indispensável ter opiniões concretas sobre os assuntos; é preciso ser responsável sim, mas pelas decisões que se tomam, pelas opiniões que se têm, por aquilo em que se acredita. Para se ser político, um ar pomposo e grave não se serve para nada. Não se pode agradar a gregos e a troianos. A política é uma luta e um debate. Pelo poder e pelas ideias. Tem de se ser um maquiavélico bondoso: batalhar pelo que se acredita e buscar apoios naqueles que confiam em nós. Se isto não for feito, o debate estagna, o país pára e empobrece. Irresponsáveis são os que se enrolam num palavreado barato e desvirtuam a dignidade da política.

publicado por André Abrantes Amaral
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Os americanos são anti-europeus
Só isso pode explicar que os americanos tenham dado a vitória a Hillary Clinton no Texas e no Ohio. Estavam os europeus - e alguns portugueses, em especial - já preparados para festejar a nomeação de Barack Obama e os democratas fazem-lhes isto. A culpa ainda deve ser 'do' Bush.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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McCain wins big
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Democratas vão ter de sofrer até ao fim. Bom para McCain.

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And the winner is…
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publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Amanhã nas bancas
capa36.jpg

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Hillary lidera em Ohio
O Pedro vai  ter de esperar mais uns meses até que a esquerda europeia comece a atacar Obama. Até à Convenção Democrata. Para já, Hillary lidera no Ohio.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Afinal estão acordados
Vasco Rato acabou de escrever. Não dorme em serviço.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Hillary island


Breaking News
Clinton wins Rhode Island contest: TV reports


9:31pm EST



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Acordem, rapazes!
O Nuno Ramos de Almeida tem razão: o blogue do Público é muito bom e até tem aquele que é provavelmente o maior especialista português em política norte-americana, o meu amigo Vasco Rato. Mas há uma pergunta que se impõe: será que estão todos a dormir neste momento?

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Hoje é dia de McCain
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publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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In Obama we trust
Faltam poucas horas para que a esquerda europeia comece a dizer mal de Obama.

publicado por Pedro Marques Lopes
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O candidato McCain


Breaking News
McCain wins Republican presidential nomination: TV reports 
9:01pm EST



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Hillary under pressure
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Hillary Clinton sob pressão. Merece um momento musical:

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publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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McCain takes Ohio
http://samueljscott.files.wordpress.com/2007/10/mccain.jpg

Aqui.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Guimarães como marca
http://etablissements.ac-amiens.fr/0601178e/quadriphonie/IMG/jpg/Afonso_Henriques_Portugal.jpg

As batalhas de hoje não se fazem com armas mas com marcas. É o que defende Carlos Coelho, presidente da Ivity, a propósito de Guimarães. Concorda?

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Vermont já Obama
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Obama wins Vermont
Democrat Barack Obama scored an easy win in Vermont, the first of four states to wrap up its voting on Tuesday, while Republican front-runner John McCain also won, taking him a step closer to his party's nomination


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Terça-feira, 4 de Março de 2008
Propaganda subliminar
Há poucos minutos, no programa sobre a Liga dos Campeões, na RTP 1, enquanto Cristiano Ronaldo falava depois do jogo em que marcou o golo decisivo do Manchester, começaram subitamente a transmitir as imagens de uma delegação chefiada pelo ministro Teixeira dos Santos no Porto. Seria uma boa forma de elevar os índices de popularidade do Governo, associando-o às nossas estrelas de futebol, quase propaganda subliminar. Porém, a apresentadora explicou na segunda parte que tudo se deveu a problemas técnicos.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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A ler
Deixem-me dizer mal da justiça portuguesa, no Jonasnuts:
Recebi hoje, no âmbito das minhas competências profissionais, uma carta dos serviços do Ministério Público.

Era um pedido de informação urgente:

"Tenho a honra de solicitar a V. Exa. se digne averiguar e informar se possível, aferir quem criou, ou a quem pertencem os Blogs:
http://www.nome_que_nao_interessa_para_o

_caso,
e
blogspott.com/e
http://outro_nome_que_não_interessa_para_o_caso.blogspot.com"


Já nem falo do português que usam, à força de quererem ser finos na linguagem, é calinada atrás de calinada, mas será que a Dra (é assinado por uma Dra.) não sabe ver que aquilo não tem nada a ver com o SAPO?
Telefonei, falei com a dita cuja e expliquei calmamente que aqueles servidores não eram nossos.
- Então se não são vossos tem de nos dizer de quem são.
Não gostei do tom imperativo. Tivesse sido simpática e tinha-lhe feito a papinha, assim, preferi passar-lhe um atestado de incompetência.
- Não, não tenho que lhe dizer nada, mas posso dizer-lhe que, tal como vem indicado no endereço, os servidores são Blogspot. Terá de encaminhar o seu pedido a estes senhores.

Presumo que tenha ido à lista telefónica, à procura da morada da empresa Blogspot.

Santa paciência.



publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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