«De Paulo Pinto Mascarenhas a 12 de Março de 2008 às 01:48 Só para avisar que não temos de te aturar mais e aos teus desvarios patológicos, ainda que seja na caixa de comentários. Podes certamente ter conversas aliciantes nas caixas do 5 Dias. Aqui não és bem-vindo. Reservo-me o direito de te apagar, sempre que o comentário ultrapassar os limites do insulto, mesmo que seja em forma de insinuação. »
Alaíde, deverias lincar também para o comentário a que respondi e não só para o meu. Ou para os outros de outrora em que fui insultado. Sofia Ventura, é melhor conhecer a história toda antes de se decidir. se é que a conhece. É verdade, aqui não é bem-vindo quem um dia o foi e aproveitou o convite que lhe foi feito para atacar outros autores de um projecto de que parecia fazer parte - e o próprio projecto. Obrigado.
Mas 'o projecto' não vive muitas vezes do insulto e da ofensa? Ou apenas é aceitável o insulto e a ofensa selectiva? (pondo em dúvida se aquilo que o Tiago fez foi insulto...). Parece-me mais que neste caso aquilo que o Paulo está a tentar fazer é desviar as atenções de um tema que podia simplesmente ser resolvido assumindo que errou, como qualquer pessoa. É que se não o faz corre o risco de tornar demasiado evidente as verdadeiras raízes do projecto, quer em termos de valores quer em termos de atitudes. Seria triste colar a Direita a essas características.
Não volte a fazer uma tempestade num copo de água. Não vale a pena e só desvirtua 'o projecto'.
Tenho mais que fazer do que passar a vida a apagar comentários ofensivos e/ou insultuosos, mas apaga-os sempre que os vejo, incluindo os que são a meu favor, como já hoje aconteceu. E não, o projecto não vive disso.
Caro PPM, antes de mais deixe-me dizer-lhe que o blogue Atlântico, a par do Blasfémias, são para mim de leitura diária obrigatória. A própria revista Atlântico constitui um oásis de opinião diferenciada no deserto de ideias que é a comunicação escrita em Portugal, em particular os chamados "jornais de referência" (felizmente alguns começam agora a dar voz a alguns bloggers mais "liberais" e da "nova geração"). Dito isto, confesso que não compreendo a sua crispação face a comentários que me pareceram acima de tudo não insultuosos. A linguagem utilizada, por exemplo, não se aproxima sequer do que se poderia esperar de um meio que permite o anonimato. Devo dizer-lhe que continuo ainda "marcado" pelo episódio do "grupo de assessores do governo" (que ainda não vi totalmente esclarecido) e que agora reforça com está polémica (?). Não é por isso que deixarei de ler e, sempre que possível comentar, o blogue Atlântico mas não queria deixar de expressar a minha perplexidade.