Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Há coisas que não entendo

A editora Universal fez um ultimato a Amy Winehouse: ou a cantora deixa as drogas definitivamente ou não volta a gravar um álbum para a major. Segundo a informação veiculada, a editora manterá o contrato com a artista mas só editará álbum se ela largar o vício.

 

E se tivessem dito o mesmo à Edith Piaf, ao Jim Morisson, aos Joy Division, aos Rolling Stones? E se mais editoras o fizessem? Sem falar das músicas que nunca teriam existido, aquilo a que hoje chamamos new wave of rock desapareceria, juntamente com metade das bandas de heavy metal, hip-hop, rap, música electrónica, etc... Ficávamos condenados a coisas como a Céline Dion. E basta ver, no site da Universal, os artistas com que a editora tem contrato para presumir que a Amy Winehouse não deve ser a única a dar uns cheirinhos. Tenham juízo.



publicado por Alexandre Homem Cristo
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Comentários:
De Pedro Sá a 17 de Abril de 2008 às 09:38
Ora, e ela grava para outro e depois ganha a acção em tribunal por impedimento à execução do contrato não constante das cláusulas assinadas...


De Joao Mendes a 17 de Abril de 2008 às 20:22
Engraçado, quer-me parecer q contei 20 sósias do 50 cent no site da Universal. Se calhar sou eu que andei a dar um cheirinho...


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