Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
A ler
Vasco Pulido Valente, no Público de hoje:

A grande consequência do "caso" Fernanda Câncio foi que o PSD se mostrou como um partido não só dividido e comandado por uma direcção delirante, mas também como um partido pouco respeitável. A linguagem violenta usada para condenar Rui Gomes da Silva e o indivíduo Ribau não se limita a reflectir indignação (de resto, inteiramente justificada), afirma a diferença entre quem fala e "aquela gente". A política ainda tenta preservar uma certa dignidade e a classe média alguma decência. Não sei que meios frequentam as luminárias do actual PSD. Um ponto é certo: o PSD excedeu a tolerância do português comum. "São coisas que não se fazem", como se costuma dizer, e quem as faz paga o preço de uma reprovação moral, difícil de apagar ou diminuir.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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