Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
O vício não mata, mas mói

Os hábitos privados continuam a excitar as massas. O último caso, o do fumo no avião, é uma história antiga que nunca tinha sido contada como Luciano Alvarez a contou: sem medo.

Ok: o PM tem que dar o exemplo, etc, etc. Mas não estarão a atacar o homem por razões não essenciais?

Este Sócrates viciado é uma figura bem mais interessante do que o escravo do jogging. Deixem-no violar leis e convenções. Não o deixem é manter esta carga fiscal que nos mata mais que o fumo do tabaco - que até é bem agradável.



publicado por Vítor Cunha
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Comentários:
De Nuno Resende a 14 de Maio de 2008 às 20:08
Concordo. O sr. em causa até podia meter três cigarros à boca e inspirar até ter a sorte (lamentável no caso dos bichos) de certos batráqueos. De resto o que importa é mesmo que não nos insufle a paciência nem nos deite fumo para os olhos.


De Antero de Quental a 15 de Maio de 2008 às 21:49
Ver o segundo comentário de Antero de Quental, na opinião do Dr. António José Seguro, no jornal o Expresso, em:
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/310373


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