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blogue atlântico

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17
Jun08

Vi a luz

Vasco Campilho

Ao ler o último post do Rui Tavares, deparei com uma frase que para mim resume tudo: "num processo constituinte não há nada mais importante do que a maneira como se fazem as coisas". Surgiu-me então uma ideia para termos um processo constituinte verdadeiramente democrático.

 

Começávamos por uma revolução. Com certeza que no Eurocorps se encontrariam alguns capitães com vontade de mandar os líderes europeus para a ilha da Reunião. Depois de alguns meses de algazarra, elegia-se um Parlamento Europeu Constituinte. Para não haver trafulhice, o Eurocorps fazia um pacto com os Partidos em que ficavam plasmados os traços fundamentais das futuras instituições. Entretanto, os comícios do partido UEN eram cercados por turbas furibundas, para dar mais democraticidade à coisa. O I/D era mesmo ilegalizado, porque há limites para tudo.

 

Sabendo que aquela cambada do PPE/DE e do PSE são uns insurrectos que não respeitam a Aliança Povos-Eurocorps, a ETUC cercava a rue Wiertz para os esfomear um bocado. Já para a malta do GCEUE-ENV, a cantina continuava aberta. Se eles ainda assim não amansassem, fazia-se outro pacto um pouco mais ao gosto dos partidos. Uma vez o texto concluído, votava-se a Constituição por maioria simples. Mas não sem lá colocar uma cláusula obrigando a que a revisão se fizesse por dois terços.

 

Digam lá que não era muito melhor do que isto de governos democráticos negociarem um Tratado e depois submeterem-no a ratificação pelos meios constitucionalmente previstos nos seus países!...

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