Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
Jorge Mourinha
Sem o Indígena do Indy, sem o Mexia e o JM Tavares, com João Lopes a fazer sociologia do cinema em vez de crítica de filmes, é Jorge Mourinha quem me reconcilia com a crítica de cinema. Um exemplo do Y de hoje:

«É fácil admirar Mysterious Skin... pela sua inteligência e sensibilidade», mas «é muito difícil gostar-se de um filme incapaz de nos envolver emocionalmente para lá dessa admiração distante».


publicado por Henrique Raposo
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