A história do suposto financiamento da Somague ao PSD continua a fazer correr tinta e a levantar celeuma... no Financial Times e no Parlamento Europeu. Cá, no burgo, claro está, continuamos todos a assobiar para o lado fingindo que não se passa nada.
É essencial que esta investigação seja aprofundada e que não se pare no PSD.
Qual será, por exemplo, o regime em que se enquadram jantares, durante campanhas eleitorais, em que aos convidados é cobrada a módica quantia de 10.000 euros por refeição?
Não sei quanto tempo faltará para que entendamos que a questão do financiamento dos partidos e da nova realidade que são as campanhas para a liderança dos partidos (uma espécie de primárias, recente no nosso sistema político) é absolutamente vital para a nossa democracia.
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