Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
No pasa nada III

Movido, entre outras coisas, pela amizade que nos une, o Henrique decidiu não me deixar a falar sozinho sobre a questão do financiamento dos partidos. Temos, porém, visões diferentes acerca do modelo apropriado: ele defende o financiamento privado integral destes. Eu defendo que os partidos devam ser financiados através do orçamento geral do estado e da quotização dos seus militantes, exclusivamente.



publicado por Pedro Marques Lopes
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