Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007
Subscrevo
O que se passava nos “velhos” congressos não era muito bonito e muitos delegados vendiam-se por um lugar no conselho nacional. Mas pelo menos nunca vi num congresso um morto a levantar o boletim de voto. E havia discursos ou projectos que abalavam as salas e as convicções e faziam balançar o resultado. Era, pelo menos, um exercício de democracia representativa em que algumas coisas funcionavam e a política, a retórica e os dons oratórios, tinham espaço. Nas directas muito disputadas nada disso acontece: há jantares de carne assada, quotas pagas e caciquismo na versão “pesca à linha”. E a política fica sem espaço. A não ser para o ridículo e para a suspeita generalizada.

Ricardo Costa, no Diário Económico

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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