Domingo, 30 de Setembro de 2007
Outras guerras (III)
Rodrigo,

A questão não é a de saber onde estão as elites. A questão é que a candidatura de Luís Filipe Menezes - e ele próprio - fez da campanha um combate contra o que chamou de elites. Foi uma campanha basista - ou populista - prometendo, por exemplo, entregar às bases as escolhas das listas de deputados. Explorou o pior dos sentimentos que existem nestas mesmas bases: o da inveja de não serem elas as eleitas, "serem sempre os mesmos". Normal, por isso, que personagens como Isaltino Morais rejubilem de alegria e considerem agora possível poder regressar ao partido. Não digo que Marques Mendes não mereça a derrota. O que repito é que Menezes também não merecia a vitória e o facto de ganhar é um mau sintoma do estado em que se encontra o PSD e um péssimo sinal para o país.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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[...] considerar verdadeiramente “elite”, no sentido que lhe dás? É que quem te ler aqui e aqui ainda fica com a ideia que achas que com Menezes vai haver uma debandada das elites, como se elas [...]


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