Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
Um Nobel alarmista


Já sabíamos que o Prémio Nobel da Paz nem sempre é dado a quem contribua directamente para a paz. (...) A escolha de Al Gore não é inocente, e vai muito além de simbolizar uma causa global importante. Gore foi o candidato democrata derrotado pelo Presidente Bush, ainda por cima numas eleições disputadas e polémicas. Há muita gente que não consegue esquecer o que ocorreu, na Florida, no final de 2000. Um prémio a Al Gore é também uma condenação de Bush. E é obviamente uma posição do comité do Prémio Nobel sobre as suas preferências para as próximas eleições norte-americanas. Resta saber se será uma posição política inteligente.

João Marques de Almeida, na Revista Atlântico de Novembro.

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas
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Comentários:
De Forasteiro a 2 de Novembro de 2007 às 02:03
PPM,em democracia o disparate é livre.Avance!


De Paulo Pinto Mascarenhas a 1 de Novembro de 2007 às 15:27
Forasteiro, posso chamar-lhe patético a si?


De Forasteiro a 1 de Novembro de 2007 às 13:11
NFM:Percebi.Só você pode chamar patético ao Bush.


De NFM a 1 de Novembro de 2007 às 08:48
É a nossa (leia-se europeia) superioridade técnica, intelectual e sobretudo, moral a falar acerca dos pecadilhos e correlata inferioridade norte-americana.
Afinal de contas ainda vai ser a "velha Europa" (ou os Estados Unidos da Europa) a ensinar ao Uncle Sam o que é verdadeiramente uma democracia, uma economia de mercado, um Estado de Direito, etc...
Bush é patético, mas por vezes, aqueles que andam tão empenhados em condená-lo conseguem sê-lo ainda mais.


De Forasteiro a 1 de Novembro de 2007 às 02:18
Parece-me inestética,para além de pouco higiénica,em vários sentidos,esta permanente genuflexão diante do sr.Bush,conhecido inventor de guerras de que depois não sabe saír nem acabar com êxito.Claro que compreendo tais reverências,em particular da parte daqueles cuja carreira e outros nobres objectivos delas dependem.


De bw a 1 de Novembro de 2007 às 03:55
Nao ha traco mais desagradavel em Portugal do que esta mania de atribuir opinioes a obscuros interesses de carreira. Compreendo. E tao pouco usual alguem ter uma opiniao, e de facto tao extraordinario, que so pode ser explicado por outros motivos.


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